George Clooney faz 50 anos; reveja os filmes do astro

De "Batman & Robin" a "Amor Sem Escalas", confira a trajetória do galã

iG São Paulo com EFE |

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George Clooney: talento e influência em Hollywood

George Clooney completa 50 anos como um dos nomes mais importantes e poderosos de Hollywood. Apesar da fama tardia, conquistada depois dos 30, na série "Plantão Médico", confirmou ao longo do tempo seu papel como galã – um dos únicos a ostentar o estilo clássico dos astros norte-americanos – e provou ter talento em todos os campos da indústria do cinema, como ator, diretor e ativista social. Um pacote completo, quase único e, por isso, valorizado.

Nascido no Kentucky em 1961, veio de uma família de comunicadores: filho de um jornalista de televisão e sobrinho da cantora e atriz Rosemary Clooney. Após penar em programas de baixa audiência e filmes B como "O Retorno dos Tomates Assassinos", o ator achou seu lugar sob os holofotes como o doutor Doug Ross, em 1994. Virou uma estrela quase instantânea nos Estados Unidos e em seguida embarcou numa série de blockbusters.

A aventura de vampiros "Um Drink no Inferno" (1996), em que atuou ao lado de Quentin Tarantino, foi o primeiro. No ano seguinte, interpretou ninguém menos do que o homem-morcego em "Batman & Robin" (1997) e driblou explosões com Nicole Kidman no thriller "O Pacificador" (1997).

Mas os projetos populares nunca foram a única preocupação de Clooney. Desde então, sua filmografia como ator inclui parcerias com os diretores Steven Soderbergh ("Irresistível Paixão", a série "Onze Homens e Um Segredo"), os irmãos Coen ("E Aí Meu Irmão, Cadê Você?", "Queime Depois de Ler") e suas incursões no cinema político, quando, aliás, recebeu duas de suas três indicações ao Oscar. A primeira por "Syriana - A Indústria do Petróleo" (2005), que lhe deu o prêmio de ator coadjuvante. As outras duas foram na categoria principal, por "Conduta de Risco" (2007) e "Amor Sem Escalas" (2009).

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Não só foi só como ator, no entanto, a passagem de Clooney pela festa da Academia. No mesmo ano em que ganhou o Oscar por "Syriana", seu segundo longa como cineasta, "Boa Noite e Boa Sorte", aclamado pela crítica, recebeu seis indicações, entre elas melhor filme e melhor diretor. Seu outros dois trabalhos atrás das câmeras – "Confissões de uma Mente Perigosa" (2002) e "O Amor Não Tem Regras" (2008) – também foram bem recebidos e um novo filme, "The Ides of March", está previsto para o final de 2011, marca seu retorno ao cinema político.

É um reflexo, provavelmente, de seu papel como ativista. Uma das personalidades mais engajadas em favor da população civil do Sudão, em dezembro de 2006 o ator viajou para China e Egito para pedir pessoalmente que esses países usassem suas relações com o governo do Sudão para ajudar a frear a violência na região de Darfur. Em setembro do mesmo ano, se dirigiu ao Conselho de Segurança da ONU pedindo para atuar no conflito. No início do ano passado, Clooney articulou e apresentou um programa beneficente para as vítimas do terromoto no Haiti.

As causas sociais são a cereja do bolo de um artista carismático, amado pelas multidões. Apesar de já não liderar as listas dos mais bonitos – posto que conquistou em 1996 e em 2006, quando a revista People o nomeou "homem vivo mais sexy do mundo" –, Clooney, solteiro convicto , não está nem um pouco preocupado com a passagem do tempo. "Estou tranquilo com o processo de envelhecer porque é melhor que a outra opção, que é estar morto", disse, irônico, certa vez. Só faltava essa: ainda por cima bem humorado.

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