Fora de concurso, produção peruana retrata pobreza na periferia de Lima

VENEZA ¿ O longa Paraíso, do diretor peruano Héctor Gálvez, exibido hoje na 66ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, retrata a situação de pobreza e violência vivida pelos habitantes da periferia de Lima, capital de seu país.

Agência Ansa |

Divulgação

Cartaz do peruano "Paraíso"

A produção, rodada em espanhol e quéchua, aborda também os aspectos da cultura indígena que permanecem presentes nos bairros pobres da cidade, muitas vezes situados próximos de grandes centros comerciais e antigas igrejas coloniais.

"Minha intenção é falar de duas coisas que sempre me interessaram. A triste condição em que se encontram os jovens da periferia e a consequência da violência política sofrida por meu país durante os anos 80", explicou o diretor.

O filme, exibido fora de concurso, apresenta em sua trama o cotidiano de um grupo de cinco amigos que vivem na periferia de Lima e sabem que não teriam qualquer chance de superar a condição de miséria na qual se encontram.

Gálvez filmou as favelas peruanas, que se multiplicam na medida em que se intensifica a migração de camponeses das áreas rurais para a capital.

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