Eclipse é o melhor filme da Saga Crepúsculo

Romance, ação e até humor tornam terceira parte o destaque da série no cinema

Marco Tomazzoni, iG São Paulo |

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Robert Pattinson e Kristen Stewart em cena de Eclipse: amor casto e idílico
Enfim, um filme de verdade. Se as duas primeiras partes da Saga Crepúsculo deixaram os não-iniciados com um ar de incredulidade, Eclipse deve proporcionar ao menos boa diversão. Já era hora. O longa-metragem tem estreia mundial nesta quarta-feira (30) com lugares disputados – a não ser que você se arrisque a ir a algumas das exibições especiais ao longo da madrugada, vai ser difícil encontrar ingressos para as sessões normais, há tempo nas mãos de fã-clubes e viciados na série literária de Stephenie Meyer.

Sem explicações para quem não assistiu aos filmes anteriores, a trama começa com a adolescente Bella (Kristen Stewart) às voltas com a formatura no colégio e o conflito em se converter numa vampira, para dividir a eternidade com o amado Edward (o pálido galã Robert Pattinson). Apesar dos protestos do namorado, a garota está decidida em se tornar uma sugadora de sangue, até começar a pensar em uma vida normal, com família, netos e cadeiras de balanço na varanda. E se ela mudar de ideia?

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Taylor Lautner: briga pelo amor de Bella
Entra em cena o descamisado Jacob (Taylor Lautner), contraste completo de Edward: pele morena, mortal, musculoso, cheio de amor para dar e... lobisomem, inimigo mortal dos vampiros. Aí o triângulo amoroso pega fogo e sustenta o filme, rendendo os melhores momentos e diálogos. Até o humor ganha espaço. Para completar, um misterioso exército de novos vampiros entra na história e rende as imagens de batalha e ação, com competentes efeitos especiais, que justificam o orçamento de US$ 65 milhões – o maior até aqui, mas que será superado pelo próximo capítulo, Amanhecer.

O diretor David Slade ( 30 Dias de Noite , MeninaMá.com ) sabe dosar todos esses elementos com experiência e entrega um produto bem acabado, pronto para consumo das massas. A massa feminina, aliás, deve delirar, em especial porque Edward continua o cavalheiro de sempre. Numa variação do romance clássico, esquecido na modernidade, ele não quer saber de sexo antes do casamento. A castidade desse amor tem lá seu apelo com o público-alvo, mas a torcida para Bella perder a virgindade é grande no cinema. A Saga Crepúsculo é assim: certinha, correta, campeã de vendas do sobrenatural piegas. Não espere emoções fortes.

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