Belgas estão ansiosos para compartilhar Tintin com o mundo

Personagem dos quadrinhos criado pelo belga Hergé é adaptado para o cinema por Steven Spielberg

Reuters |

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Tintin: agora nos cinemas
As aventuras dele o fizeram rodar o mundo, conquistaram corações na Europa e provocaram polêmica, mas será que um filme blockbuster de Hollywood animado por computador e em 3D sobre um jovem repórter belga conquistará o público norte-americano?

Os belgas lotaram os cinemas para ver "As Aventuras de Tintin", o novo filme do diretor norte-americano Steven Spielberg que dá vida ao personagem dos quadrinhos que é um nome conhecido na Europa.

Leia também: Spielberg promete mistério e aventura em "As Aventuras de Tintin"

Muitas pessoas em um país onde há vários museus e cafés em homenagem a Tintin esperam que o tratamento dado ao personagem pelo diretor de "Indiana Jones", "Jurassic Park" e "E.T." disseminará o fã clube do herói pelos Estados Unidos, quando ele for lançado naquele país no dia 21 de janeiro. "Como é do Spielberg, talvez a recepção seja boa", disse Daniile Van der Schueren, de 65 anos, de Bruxelas.

O autor nascido em Bruxelas Georges Remi, mais conhecido como Hergé, enviou pela primeira vez o garoto jornalista para uma aventura em uma série de quadrinhos animados de 1929.

Daquele ano até a morte de Hergé em 1983, Tintin e seu cachorrinho fiel Milu solucionaram alguns dos mistérios mais confusos do mundo dos cartuns e capturaram uma série de criminosos diabólicos com a ajuda de seus amigos, o capitão Haddock, o professor e os policiais Dupond e Dubpont.

Assim, não surpreende que mais de três quartos de um milhão de belgas saíram para ver o filme nas primeiras cinco semanas após o seu lançamento no dia 26 de outubro, de acordo com a Sony Pictures.

Orgulhosos de sua história nos quadrinhos, os belgas esperam que o filme inspire os norte-americanos a desvendar os livros originais de Tintin e descobrir mais sobre a Bélgica.

"Eu espero que agora, quando as pessoas pensem na Bélgica, não lembrem apenas do chocolate, das batatas fritas e dos mexilhões, mas também do Tintin, que é parte de nossa história", disse Julien Van Noppen, de 22 anos, de Bruxelas.

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