Matthew McConaughey estrela a "gigantesca" ficção científica "Interstellar"

Por Reuters |

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Ator é o protagonista do novo filme do diretor Christopher Nolan, que estreia nos EUA em 7 de novembro

Reuters

O novo filme de Matthew McConaughey sobre uma jornada além das estrelas poderia muito bem tratar da própria carreira estratosférica do ator texano.

Da conquista do Oscar de melhor ator em “Clube de Compras Dallas” ao seu papel principal no muito aguardado drama de exploração espacial “Interstellar”, que deve ser um dos maiores filmes do ano, McConaughey foi elevado a um nível de estrelato diferente de tudo que diz ter vivido antes. E ele adora isso, como contou à Reuters.

Cena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Interstellar'. Foto: Divulgação

“Estou curtindo minha carreira mais do que nunca”, disse o ator durante uma pré-exibição para famílias de militares na base do Exército de Fort Hood, a algumas horas de seu rancho no centro do Texas.

McConaughey, de 44 anos, é o protagonista de “Interstellar”, que estreia nos cinemas norte-americanos em 7 de novembro e é a produção mais recente de Christopher Nolan, diretor de “Batman, O Cavaleiro das Trevas”. McConaughey classificou o filme como “tão gigantesco quanto qualquer coisa que já tenha sido exibida no telão”. “Ele aborda questões que podemos debater até o fim dos tempos”, afirma.

McConaughey interpreta Cooper, um pai, viúvo e ex-piloto incapaz de voar por suas próprias circunstâncias, pela falta de financiamento para a exploração espacial e por outros acontecimentos desalentadores que levam à extinção cada vez mais próxima da Terra.

Eis que Cooper é convocado a mergulhar fundo no espaço sideral em busca de uma nova galáxia para a humanidade chamar de lar, mas enfrenta o dilema de abandonar a família em nome da salvação da espécie. “E não há passagem de volta”, diz McConaughey. “É uma dúvida dos diabos. Não há nada mais difícil”.

O jeito comum de Cooper o contrasta com a galeria recente de anti-heróis de McConaughey vivendo nos limites, como no filme “Amor Bandido” e no seriado polical “True Detective”, do canal a cabo HBO – além do aidético homofóbico Ron Woodroof de “Clube de Compras Dallas”, que rendeu ao ator o Globo de Ouro e o prêmio do sindicato Screen Actor's Guild, além do Oscar.

Outrora limitado a viver bonitões caricatos em filmes de ação e comédias românticas, a guinada de McConaughey para papéis mais dramáticos e durões foi apelidada de McConaissance, um trocadilho com seu nome e a palavra Renaissance (Renascença, em inglês), mudança que ele atribui a estar mais enraizado e maduro em sua vida pessoal.

O ator diz que seu papel mais empolgante e desafiador é ser pai dos três filhos que tem com sua mulher, a modelo brasileira Camila Alves. “É um filme novo todos os dias”, acrescenta com uma risada.

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