Selton Mello é policial corrupto em "Trash": "Foi bom fazer personagem duro"

Por Luísa Pécora , iG São Paulo |

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Em vídeo, ator fala sobre trabalho com o diretor Stephen Daldry e a vontade de tentar carreira no exterior

Acostumado a papéis "cômicos e suaves", o ator Selton Mello gostou da oportunidade de viver um policial cruel e corrupto em "Trash - A Esperança Vem do Lixo", filme de Stephen Daldry que está em cartaz no Brasil. 

Crítica: "Trash" mostra fábula e violência nas ruas do Rio

"Não é um tipo de personagem que costuma chegar a mim. Foi bom fazer algo mais duro, mais frio. Foi um bom exercício que vivi com um diretor em quem confio muito", diz o ator, em entrevista ao iG.

Veja a entrevista com Selton Mello:

Daldry filmou "Trash" no Rio de Janeiro, numa coprodução entre Brasil e Reino Unido. O filme conta a história de três garotos que encontram uma carteira em um lixão e, seguindo algumas pistas, descobrem um escândalo de corrupção.

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Imagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Trash'. Foto: Divulgação

Ultimamente mais focado na direção, Mello disse que o trabalho com Daldry renovou sua vontade de atuar. "É um diretor diferenciado, todo ator sonha em trabalhar com ele", diz Mello, que usou os "ensinamentos" do inglês para dirigir a terceira temporada da série "Sessão de Terapia", exibida pelo GNT.

"[Durante as filmagens do seriado] Já estava totalmente influenciado pela maneira com que ele dirige os atores. Usei muita coisa que aprendi com ele."

Já com agente no exterior e prestes a filmar com a argentina Lucrecia Martel, ele sente vontade de tentar a carreira fora do Brasil, "desde que seja uma coisa orgânica".

"Li roteiros, mas ainda não teve nenhum trabalho que me instigasse. Pode ser uma boa ideia, um outro estímulo", afirma.

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