Filmes de ação me entediam, diz Luc Besson

Por Reuters |

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Francês dirige "Lucy", no qual Scarlett Johansson interpreta mulher que ingere uma droga que lhe dá superpoderes mentais

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O novo filme do diretor francês Luc Besson, "Lucy", sobre uma mulher que ingere uma droga que lhe dá superpoderes mentais, afirmou que filmes de ação o entediam, embora o seu tenha uma espetacular perseguição automobilística por Paris.

Cena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'Lucy'. Foto: Divulgaçãoscarlet johansson. Foto: Divulgação

Besson, que fez a ficção científica "O Quinto Elemento" (1997), com Bruce Willis e Milla Jovovich, recrutou a versátil Scarlett Johansson para desempenhar a Lucy do título.

Minutos depois de consumir a droga, Johansson consegue andar no teto, e pouco depois já sabe abrir fogo contra qualquer coisa que se mexa. Mais adiante conseguirá ler mentes, aprender chinês em segundos, parar o trânsito e pilotar como ninguém – na contramão das ruas parisienses, e sem fazer um arranhão em seu carro.

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O cineasta francês Luc Besson

O longa estreia em 28 de agosto no Brasil.

Besson, que escreveu e dirigiu a produção, partiu da ideia de que uma pessoa normal só usa 10% dos poderes cognitivos do cérebro. “Acho que não estamos no máximo, então é muito empolgante pensar nisso, no que podemos fazer a mais”, declarou Besson à Reuters em uma entrevista às vésperas da estreia britânica do filme, em 22 de agosto.

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O filme é entremeado de vídeos do reino animal, como de golfinhos, que intrigaram Besson por causa das habilidades que eles têm e os humanos não, como um sonar natural. "Posso construir um sonar, mas não tenho um... para mim isso foi interessante", disse.

O filme de Besson contém várias sequências de muita adrenalina, mas o diretor afirmou que à medida que envelheceu, sentiu a necessidade de “misturar conteúdo filosófico com diversão”. “Sou frequentador de cinema também, e estou com 50 anos”, declarou.

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