Em testamento, ator pede que criança seja exposta "à cultura, artes e arquitetura" de Nova York, Chicago ou San Francisco

Reuters

O ator Philip Seymour Hoffman, que morreu no dia 2 de fevereiro, aparentemente de uma overdose de drogas, deixou a maior parte de seus bens para sua companheira de longa data, Marianne O'Donnel, de acordo com o testamento apresentado em um tribunal de Nova York nesta quarta-feira (19). Os dois tinham encerrado o relacionamento havia pouco tempo.

Hoffman, de 46 anos, que em 2005 ganhou o Oscar de melhor ator por sua atuação em "Capote", era considerado um dos melhores atores de sua geração nas telas e no palco.

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Marianne, conhecida como Mimi, tinha três filhos pequenos com ele, Cooper, Tallulah e Willa. Ela foi também nomeada inventariante. A quantia exata dos bens de Hoffman não é conhecida.

No testamento datado de outubro de 2004, o ator também fixou um fundo para o único filho deles na época, Cooper, e pediu que ele fosse criado em Nova York, Chicago ou San Francisco. Se isso não fosse possível, Hoffman pediu que o filho visitasse essas cidades pelo menos duas vezes por ano.

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"O objetivo desta solicitação é que meu filho seja exposto à cultura, artes e arquitetura que estas cidades oferecem", diz o testamento.

Embora Hoffman tenha sido encontrado em seu apartamento em Greenwich Village com uma seringa no braço, a causa da morte ainda não foi determinada, pois depende de mais exames.

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