Não há investigação aberta contra Woody Allen, diz procuradoria

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Dylan Farrow renovou acusações de que foi abusada sexualmente pelo diretor; em 1993, Allen não foi indiciado

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A procuradoria do Estado norte-americano de Connecticut não tem nenhuma investigação em curso sobre Woody Allen, disse um porta-voz nesta segunda-feira, depois que uma filha adotiva dele, já adulta, renovou as acusações de que ele abusou sexualmente dela quando estava com 7 anos de idade.

Em 1993, um promotor decidiu não indiciar Allen, que negou as acusações. Peritos legais dizem que o caso provavelmente prescreveu.

Leia também: Woody Allen diz que acusações são "inverídicas e lamentáveis"
Carta aberta: Filha adotiva de Woody Allen relata abusos sexuais

Imagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Blue Jasmine'. Foto: Divulgação

"Nós não temos nenhuma investigação em andamento. Se recebermos uma queixa, vamos analisar, como fazemos com qualquer queixa, e tomar as medidas apropriadas", disse à Reuters um porta-voz da Divisão de Justiça Criminal de Connecticut, Mark Dupuis. Qualquer acusação criminal tem de ser precedida de uma queixa, acrescentou Dupuis.

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Dylan Farrow, agora com 28 anos, deu detalhes do suposto abuso que Allen, hoje com 78, teria cometido, em uma carta publicada pelo New York Times. Ela disse que o fato ocorreu em Connecticut, na casa de sua mãe, a atriz e ex-namorada de Allen, Mia Farrow.

No domingo, um porta-voz de Allen qualificou a carta de Dylan Farrow de mentirosa e vergonhosa.

Pela lei de Connecticut, um promotor que recebe uma queixa de abuso de menor tem em geral cinco anos para formalizar uma acusação. Farrow disse que o abuso ocorreu em 1992.

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