"É um personagem maior do que a vida", afirma o diretor de "Crô - O Filme"

Por Fernando Antonialli , do iG São Paulo | - Atualizada às

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Em entrevista ao iG, Bruno Barreto conta como foi levar um personagem da novela para o cinema e elege suas comédias nacionais favoritas; veja vídeo

Diretor de alguns dos mais conhecidos filmes nacionais, como "O Que É Isso Companheiro?" e "Dona Flor e Seus Dois Maridos", Bruno Barreto fez algo ainda inédito em sua carreira ao assumir "Crô - O Filme": levou um personagem das novelas paras o cinema.

Na comédia, que estreia nesta sexta (29), o mordomo vivido por Marcelo Serrado na novela "Fina Estampa", de Aguinaldo Silva, retorna como protagonista.

Veja a entrevista com Bruno Barreto

No longa, Crô vive em uma mansão em São Paulo mas, apesar de estar rico e de não precisar trabalhar, continua querendo servir. Por isso, escolhe como patroa Vanusa (Carolina Ferraz), uma mulher que busca ascensão social e, secretamente, explora trabalhadores em uma fábrica de roupas.

iG Entrevista: "Crô é um dos grandes personagens de Agnaldo Silva", diz Marcelo Serrado

"(O Crô) É um personagem maior do que a vida", disse Bruno Barreto, que assumiu a direção do longa que tem roteiro assinado por Aguinaldo Silva. Para o diretor, este é um dos grandes diferencias do filme: o criador da novela é o mesmo que assina o longa.

Quanto aos planos para depois de "Crô", o diretor já tem em vista um novo longa. "Meu próximo filme vai se chamar 'João', que é a biografia do grande pianista, e hoje maestro, João Carlos Martins", contou Barreto. O papel principal, novamente, será de Marcelo Serrado.

Imagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: DivulgaçãoImagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: DivulgaçãoImagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: DivulgaçãoImagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: DivulgaçãoImagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: DivulgaçãoImagem de longa 'Crô - O Filme'. Foto: Lisa Graham

Bruno Barreto ainda elegeu algumas de suas comédias favoritas. Entre elas está "O Homem do Sputinik", filme que marcou a estreia de Norma Bengell no cinema, "Todas as Mulheres do Mundo" e "Muita Calma Nessa Hora".

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