"O Ataque" mostra invasão da Casa Branca com sequências de alta voltagem

Por Reuters | - Atualizada às

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Filme mostra Channing Tatum no papel de policial que, em visita à residência oficial do presidente dos EUA, se vê em confronto com supostos terroristas que invadiram o local

Reuters

Channing Tatum (de "G. I. Joe: A Origem de Cobra") e Jamie Fox ("Django Livre") estrelam "O Ataque", novo projeto do conhecido diretor de filmes catástrofe Roland Emmerich, responsável por "Godzilla", "Dia da Independência", "O Dia Depois de Amanhã". Se não bastassem esses três nomes para atrair o público, uma invasão violenta e explosiva à Casa Branca, em Washington, eleva a expectativa sobre a produção.

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Cena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: DivulgaçãoCena do filme 'O Ataque'. Foto: Divulgação

No entanto, "O Ataque" possui alguns problemas. O primeiro, de origem, está no roteiro, muito similar a filmes como os da franquia "Duro de Matar".

Emmerich tem pouco a oferecer à história do policial do Capitólio, Cale (Tatum), que durante uma visita à Casa Branca com sua filha, se vê em confronto com supostos terroristas que invadiram o local.

Cale, um ex-militar que sonha em entrar no serviço secreto, precisa então usar toda a sua expertise de combate para salvar a todos ali dentro, incluindo o próprio presidente Sawyer (Fox). Porém Cale está muito longe do cáustico humor de John McClane, daí a necessidade de colocar o presidente quase como um alívio cômico para a história, o que soa absurdo.

Um segundo problema da produção é a inevitável comparação com a muito recente "Invasão à Casa Branca" (2013), protagonizada por Gerard Butler e dirigida pelo americano Antoine Fuqua (de "Dia de Treinamento"). Com argumentos muito similares - ambos falam de terroristas invadindo a residência presidencial americana -, o que muda é a identidade dos vilões, já que o protagonista também lembra McClane.

Embora nenhuma das histórias faça muito sentido, Fuqua dirige em alta voltagem e o realismo das sequências de ação na tela (literalmente visceral, em alguns casos) é muito superior ao de Emmerich.

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