Ator, conhecido por papéis marcantes em filmes de ação dos anos 1960 e 1970, sofria do mal de Alzheimer

A morte de Charles Bronson, um dos maiores nomes dos filmes de ação entre os anos 1960 e 1980, completa 10 anos nesta sexta-feira (30). O ator norte-americano, que sofria do mal de Alzheimer, morreu em decorrência de uma pneumonia. Ele tinha 81 anos.

Charles Dennis Buchinsky nasceu em 3 de novembro de 1921, de família descendente de lituanos. Ainda jovem, perdeu o pai e teve que trabalhar nas minas de carvão para ajudar a mãe e os 14 irmãos. Em seguida, Bronson se juntou ao exército, e foi para a Segunda Guerra Mundial.

Ao voltar da guerra, Bronson tentou a sorte primeiro em Nova York mas, em 1950, mudou-se para Hollywood em busca de papéis no cinema. Nos primeiros anos, ele apareceu quase exclusivamente em produções para TV.

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O primeiro papel de expressão de Bronson foi em 1960 em "Sete Homens e um Destino", quando atuou ao lado de Steve McQueen. Em 1968, fez sucesso com o italiano "Era Uma Vez no Oeste", de 1968.

Bronson, ao lado de Sean Connery, ganhou o Globo de Ouro especial de "Ator Favorito do Cinema Mundial", em 1972. Estrelou, então, grandes sucessos como "Assassino a Preço Fixo" (1972) e "Desejo de Matar" (1974) - este teve quatro continuações.

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