Revista escolhe Brasil como país atraente para filmar

Por iG São Paulo |

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Hollywood Reporter destaca destinos 'quentes' para Hollywood na América Latina; Chile, México e Colômbia completam a lista

A revista Hollywood Reporter elegeu o Brasil como um dos quatro "lugares quentes" para se filmar na América Latina. Os outros três são Chile, México e Colômbia.

De acordo com a revista, a expansão econômica brasileira está servindo de combustível para a indústria cinematográfica. No ano passado, o país teve bilheteria recorde de US$ 781 milhões (R$ 1,5 bilhão), um crescimento de 12% em relação a 2011.

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Imagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoMatt Damon em "Elysium". Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Elysium'. Foto: Divulgação

Em depoimento à revista, o assessor internacional da Ancine, Eduardo Valente, afirma que a nova lei da TV a cabo (que estabelece cota de programação brasileira no horário nobre) "abriu um novo mercado e exposição para filmes antigos, assim como uma demanda por produções originais".

Valente também diz que a ausência brasileira no Festival de Cannes 2013 se deve ao fato de nenhum dos longas mais importantes terem sido concluídos a tempo. "Temos grandes esperanças para estes filmes nos grandes festivais do segundo semestre", afirmou, sem citar nenhum título.

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Segundo a revista, o México se tornou mais atraente para Hollywood graças a um programa de incentivo criado em 2010 que oferece isenção de impostos para produções filmadas no país. Seis projetos já se beneficiaram da medida, incluindo "Elysium", de Neil Blomkamp, a estreia de Wagner Moura em Hollywood.

A Colômbia também anunciou incentivos atraentes no ano passado, com filmes podendo concorrer a reembolsos de até 40%. As exigências incluem um gasto mínimo de US$ 590 mil (R$ 1,1 milhão) e a contratação de empresas locais.

Quanto ao Chile, o destaque fica para a presença de cineastas como Pabloo Larrain ("No") e Sebastian Lelio ("Gloria") no circuito de festivais, além de uma lei apresentada no Congresso que busca reservar 30% das telas para filmes latino-americanos.

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