Halle Berry mede forças com psicopata em "Chamada de Emergência"

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Atriz interpreta operadora de serviço telefônico que tenta salvar vida de adolescente sequestrada

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Não faltam emoções ao thriller "Chamada de Emergência", de Brad Anderson, no qual a atriz Halle Berry interpreta uma atendente do serviço telefônico de emergências que se vê envolvida num eletrizante confronto à distância com um serial killer (Michael Eklund).

Imagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'Chamada da Emergência'. Foto: Divulgação

Veterana no seu trabalho, Jordan Turner (Halle Berry), passou recentemente por uma experiência negativa: um atendimento no qual cometeu uma falha a levou a sentir-se culpada por uma morte. Recuperada do trauma, ela volta ao trabalho e acredita reconhecer a voz de um criminoso, que, mais uma vez, sequestrou uma adolescente loura, agora Casey (Abigail Breslin, de "Pequena Miss Sunshine").

Durante boa parte do filme, Jordan é capaz de manter contato telefônico com a menina, que está trancada no porta-malas de um carro, mas tem no bolso o celular deixado por uma amiga, que tem o problema de não dispor de um chip localizador.

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Mantendo o foco na perseguição, em que os policiais de toda a cidade se deslocam na caçada ao carro descrito pela menina e algumas testemunhas, o filme de Brad Anderson mostra-se genuinamente envolvente como diversão.

Por boa parte do tempo, o roteiro, assinado por Richard D'Ovidio, alterna situações e incidentes que mantêm a tensão e o interesse, focando nas duas personagens femininas e também no serial killer, que tem um perfil psicótico para Hitchcock nenhum colocar defeito.

Mas eis que quando o filme chega à sua conclusão, desaba a credibilidade acumulada até ali. Trata-se de um dos finais mais grotescos que se poderia criar. Se não chega a anular tudo o que veio antes, deixa uma péssima impressão.

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