Conheça detalhes e veja imagens da carreira do astro de "Caça aos Gângsteres", que chega aos cinemas do Brasil

Um dos galãs do momento em Hollywood, o ator canadense Ryan Gosling começou sua carreira aos 12 anos como integrante do "Clube do Mickey", programa do Disney Channel nos Estados Unidos. Nesse mesmo período, dividiu o palco com outras estrelas mirins, como Justin Timberlake, Britney Spears e Christina Aguilera.

Quando sua mãe retornou ao Canadá, a mãe de Timberlake tornou-se sua guardiã legal nos EUA. Após o término do programa, em 1995, Gosling seguiu trabalhando em outras séries de TV, caso de "Are You Afraid of the Dark?" (1995), "Goosebumps" (1996) e "Breaker High" (1998).

Aos 19 anos, o ator passou a dedicar-se a filmes sérios. Seu primeiro papel principal no cinema foi no drama "Tolerância Zero", de 2001, em que interpretou um jovem judeu ortodoxo que se torna neonazista.

O filme ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance, mas seu fracasso comercial não ajudou a carreira de Gosling. No ano seguinte, dividiu as telas com Sandra Bullock no thriller "Cálculo Mortal", em que faz, ao lado de Michael Pitt, um jovem assassino.

Ryan Gosling começou a chamar a atenção em 2004, após o lançamento do romance "O Diário de uma Paixão". O filme, dirigido por Nick Cassavetes e co-estrelado por Rachel McAdams, rendeu ao ator quatro prêmios no Teen Choice Awards e no MTV Movie Award.

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Ryan Gosling em "Half Nelson" (2006): filme rendeu ao ator sua primeira indicação ao Oscar

Em 2006, Gosling recebeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor ator pelo drama "Half Nelson". Nele, interpreta um professor secundário desiludido que, após ser pego usando drogas por uma aluna, torna-se seu grande amigo.

No ano seguinte, viveu um jovem tímido e introvertido que se apaixona por uma boneca no drama "A Garota Ideal". Apesar das boas críticas, a bilheteria do filme foi fraca, decepcionando o astro, que acabou por abandonar seu projeto seguinte, "Um Olhar do Paraíso".

Alegando diferenças criativas com o diretor Peter Jackson e sua mulher, a produtora Fran Walsh, Gosling acabou substituído por Mark Wahlber e se ausentou das telas por três anos. Porém, seu retorno em 2010 marcou o início de sua escalada ao sucesso.

Em 2010 dois filmes mudaram a carreira do ator. Gosling recebeu elogios por seu papel no thriller "Entre Segredos e Mentiras" , em que fez par com a atriz Kirsten Dunst, e destacou-se no drama  "Namorados Para Sempre" , que rendeu à parceira, Michelle Williams, uma indicação ao prêmio da Academia.

Três produções distintas transformaram Gosling em sex symbol em 2011.

No romance "Amor a Toda Prova" , em que contracenou com Steve Carell e Emma Stone, o astro aparece como o galã que ensina o protagonista (papel de Carell) a se tornar um conquistador. Para deleite das fãs, o ator mostra seu abdômen a pedidos da personagem de Stone, cuja reação é dizer que ele parece "photoshopado".

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Ryan Goslyng em "Drive" (2011)

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Mudando de gênero, o thriller "Drive" marcou a estreia de Gosling em filmes de ação. A trama, em que ele interpreta um dublê que trabalha como piloto de fuga em roubos, rendeu ao cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn o prêmio de direção no Festival de Cannes.

Encerrando o ano em alta, Ryan Gosling foi dirigido por George Clooney no suspense político "Tudo pelo Poder" . Nele, o astro é um idealista assessor de um candidato a vaga do Partido Democrata para candidatura à presidência dos Estados Unidos.

Além da carreira como ator, Ryan Gosling também dedica-se à música. Ao lado do amigo Zach Shields, formou em 2005 a banda de indie rock Dead Man's Bones.

Gosling volta a ser visto nos cinemas em "Caça aos Gângsteres". Na produção, estrelada por Josh Brolin e Sean Penn, o ator repete par romântico com Emma Stone.

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