Em ensaios, fotógrafo explora sensualidade de homens africanos

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Rotimi Fani-Kayode registrou a masculinidade com influência da cultura iorubá; Fotos estão expostas em galeria de Londres

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O fotógrafo nigeriano Rotimi Fani-Kayode morreu aos 34 anos de idade em 1989, mas deixou uma vasta obra sobre a masculinidade e a sensualidade de homens africanos.

Fotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-KayodeFotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-KayodeFotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-KayodeFotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-KayodeFotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-KayodeFotógrafo Rotimi Fani-Kayode registrava sensualidade de homens africanos. Foto: Rotimi Fani-Kayode

Radicado em Brixton, bairro com forte cultura afro-caribenha no Sul de Londres, ele agora ganhou uma retrospectiva na galeria Tiwani Contemporary, na capital britânica.

Seu trabalho mistura diversas influência, em especial a cultura iorubá, na qual foi criado e educado.


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