Grafiteiros processam astro de Monty Python por plágio de mural

Por Reuters |

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Artistas afirma que cineasta copiou desenho psicodélico feito em Buenos Aires e o colocou em seu mais recente filme

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Um grupo de artistas de grafite de rua processou Terry Gilliam, ex-estrela do grupo de comédia Monty Python, e outros associados, dizendo que ele copiou um mural psicodélico em Buenos Aires para seu novo filme, do qual é diretor.

Os artistas acusam Gilliam, os produtores e os parceiros de distribuição do filme, incluindo a Voltage Pictures e a Amplify, de “desapropriação flagrante” de seu mural para compor o filme “O Teorema Zero”.

Crítica: Em "O Teorema Zero", Terry Gilliam mostra futuro claustrofóbico e solitário

Imagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: DivulgaçãoImagem do filme 'O Teorema Zero'. Foto: Divulgação

O processo, apresentado em uma corte federal de Chicago na quarta-feira, aconteceu antes do lançamento do filme nos cinemas norte-americanos, no mês que vem. Os queixosos dizem que Gilliam mostrou um “repetido desrespeito” pela lei de direitos autorais.

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O diretor e sua equipe de produção foram processados anteriormente por conta de uma cadeira de tortura mostrada no filme “12 Macacos”, de 1995, a qual foi “obviamente baseada” em um desenho do artista Lebbeus Woods, de acordo com o processo. Woods eventualmente fez um acordo sobre o caso.

“Mr. Gilliam”, disse a queixa contra ele, “não aprendeu sua lição”. Uma porta-voz da Voltage não quis comentar sobre o caso. Gilliam não pode ser imediatamente contatado para comentar o caso.

O filme estrela o ator vencedor do Oscar Christopher Waltz, que interpreta Qohen, um gênio de computador recluso que tenta encontrar o significado da existência. O personagem vivem em uma igreja queimada, cujo exterior, junto a um sex shop adjacente, é coberto de grafite, o qual remonta ao trabalho dos artistas, segundo eles.

No processo, os artistas mostram uma comparação lado a lado das versões real e do filme de partes do mural: um homem de turbante, um rato parecido com um humano, e um rosto que se desenrola em fitas coloridas.

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