Cerveja artesanal é destaque da parte gastronômica da Virada Cultural

Por Luísa Pécora , iG São Paulo |

compartilhe

Tamanho do texto

Novidade deste ano, barracas de cervejarias fizeram parte do espaço Chefs na Rua, montado no Minhocão

Pela primeira vez na Virada Cultural, as barracas de cerveja artesanal fizeram sucesso com o público que deu um tempo nos shows para se dedicar à parte gastronômica.

No total, a Virada contou com quatro espaços dedicados à comida e bebida, incluindo o Minhocão, no qual foram montadas quase 20 barracas de cervejarias. Elas integraram a feira Chefs na Rua, tradicional evento no qual restaurantes famosos vendem pratos diversos com preços que custam, em média, entre R$ 10 a R$ 15.

Os amigos Bruno e Alexandre brindam com cerveja artesanal no Minhocão. Foto: Edu Cesar/iGBarraca da escola Sinnatrah ensinou a fazer cerveja. Foto: Edu Cesar/iGBarraca da escola Sinnatrah ensinou a fazer cerveja. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGFilas eram comuns neste domingo no Chefs na Rua. Foto: Edu Cesar/iGEspaço Chefs na Rua, montado no Minhocão como parte da Virada Cultural. Foto: Edu Cesar/iGDa janela, moradores observam movimentação. Foto: Edu Cesar/iGDa janela, moradores observam movimentação. Foto: Edu Cesar/iG

Na tarde deste domingo (18), muita gente fazia fila para comer paella, ceviche, hambúrguer, e até polvo. Doces como picolé, brigadeiro e milk shake também eram bastante disputados pelo público que encheu o Minhocão.

Outros, como o sommelier Alexandre Martini, 36, e o amigo advogado (e "bebedor profissional") Rafael Betti, 35, ainda não tinham comido nada, e nem visto nenhum show da Virada. "Vim por causa da cerveja mesmo", afirma Martini, no quarto copo.

De variados estilos e países, as cervejas eram  vendidas a cerca de R$ 10 o copo e, segundo Betti, estavam sempre geladas. "É outra experiência se comparada à latinha. E achei legal a oportunidade de poder entender mais sobre a cultura da cerveja", diz.

Nas barracas, era comum ouvir os vendedores explicando componentes e sabores de cada cerveja. A escola Sinnatrah foi além e fez uma brown ale ali mesmo, na Virada Cultural, com a participaçao do público, que pôde experimentar o líquido pré-fermentação.

"Muitas pessoas pararam para fazer perguntas, experimentar o malte, mesmo sem comprar chope", disse Júlia Reis, sócia da Sinnatrah. "Foi muito legal ter essa estrutura na Virada. Aqui não tem barraca do Mc Donalds, então não tem que ter barraca das cervejas mainstream."

Leia tudo sobre: virada culturalchefs na ruacerveja

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas