De guerra civil a autorretrato: veja finalistas de prêmio de fotografia europeu

Por BBC Brasil |

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Galeria expõe trabalhos dos quatro fotógrafos que concorrem ao prestigiado troféu da Deutsche Börse

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Criado em 1996 pela Photographers' Gallery, em Londres, o prêmio de Deutsche Börse elege anualmente o profissional que fez a contribuição mais significativa para a fotografia contemporânea na Europa. Os trabalhos dos quatro finalistas de 2014 estarão reunidos em uma mostra na própria galeria londrina.

Veja as imagens:

As fotografias de Richard Mosse retratam uma nação em tempo de conflito - no caso, o leste da República Democrática do Congo. Foto: Richard MosseAs imagens foram captadas por meio do uso de uma tecnologia de vigilância usada em ações militares - um filme fotográfico chamado Kodak Aerochrome. Foto: Richard MosseLorna Simpson também concorre ao prêmio de 30 mil euros, que foi criado em 1996 pela Photographers' Gallery. Foto: Lorna SimpsonSimpson foi indicada por sua retrospectiva no Jeu de Paume, em Paris. Foto: Lorna SimpsonAlberto García-Alix foi indicado por 'Autoretrato/Selfportrait', um livro com autorretratos em preto e branco que documentam quatro décadas da vida do artista espanhol. Foto: Alberto Garcia-AlixGarcía-Alix registra momentos e experiências íntimas de sua vida num período que vai desde o fim da ditadura de Francisco Franco na Espanha (1976) até os dias atuais. Foto: Alberto Garcia-AlixO artista alemão Jochen Lempert está entre os finalistas pela mostra que leva seu nome, realizada no museu Hamburger Kunsthalle em setembro de 2013. Foto: Jochen LempertOriginalmente um biólogo, Lempert usa a fotografia desde o início dos anos 1990 para estudar humanos e a natureza. Foto: Jochen Lempert

O espanhol Alberto García-Alix concorre pela livro de autorretratos que lançou em 2013, o alemão Jochen Lempert por sua retrospectiva em Hamburgo, o irlandês Richard Mosse por sua instalação/mostra Enclave na Bienal de Veneza, e a americana Lorna Simpson, pela sua retrospectiva no Jeu de Paume, em Paris.

Mosse se destaca pelas fotos feitas na República Democrática do Congo, país que vive uma trágica guerra civil desde 1998.

As imagens, capturadas em um tipo de filme especial - já não mais fabricado - usado em vigilância militar, registram espectros de luz infravermelha invisíveis ao olho humano, dando estranhos contorno psicodélicos à zona de guerra na floresta.

A exposição ficará em cartaz entre 11 de abril e 22 de junho. O vencedor será anunciado em 12 de maio e levará para casa um prêmio de 30 mil euros (R$ 91 mil).

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