Atriz se mostrou contrária aos religiosos que obrigam grupos femininos a se sentarem na parte traseira dos ônibus e agridem aquelas que tentam seguir rituais religiosos masculinos

Reuters

A atriz e cantora norte-americana Barbra Streisand criticou na segunda-feira (17) os judeus ortodoxos de Israel por obrigarem mulheres a se sentarem na parte traseira dos ônibus e agredirem as que tentam seguir rituais religiosos tradicionalmente reservados para os homens.

"É perturbador ler sobre mulheres em Israel sendo forçadas a se sentarem na traseira de um ônibus ou (...) tendo cadeiras metálicas sendo atiradas contra si quando elas pretendem rezar pacífica e legalmente. Ou mulheres sendo proibidas de cantarem em cerimônias públicas", disse ela.

Streisand, que é judia, fez esses comentários durante cerimônia na Universidade Hebraica de Jerusalém, onde recebeu um título de doutora honoris causa.

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Por pressão de rabinos ultraortodoxos, algumas cidades israelenses estabelecem a segregação de gêneros nos transportes. Alguns desses clérigos também se opõem a um grupo feminino que tenta liberalizar as preces no Muro das Lamentações, um dos locais mais sagrados do judaísmo.

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