Exposição chega a 55ª edição com exposições de 88 países; pavilhão brasileiro terá obras de Arthur Bispo do Rosário, Hélio Fervenza, Odires Mlászho e Lygia Clark

BBC

A Bienal de Veneza, frequentemente chamada de Olimpíada da Arte Contemporânea, terá exposições de 88 países, que acontecerão em pavilhões espalhados pela cidade na Itália.

Leia Também: Bienal de Veneza destaca obras de brasileiros

Os trabalhos apresentados dizem algo sobre como os países se veem e querem ser vistos. No pavilhão da Espanha, a crise é um dos temas centrais e a oligarquia russa é abordada em uma das instalações do país.

O artista e dissidente chinês Ai Weiwei também está presente na Bienal, como parte do pavilhão da Alemanha e com uma nova obra fora da competição oficial, que mostra sua detenção em uma prisão secreta chinesa em 2011.

Siga o iG Cultura no Twitter

Representando o Brasil, a Bienal terá uma obra do artista Arthur Bispo do Rosário (1910 - 1989) em seu pavilhão principal, chamado de "Palácio Enciclopédico".

O pavilhão brasileiro terá obras ─ algumas inéditas ─ dos artistas Hélio Fervenza, Odires Mlászho, Lygia Clark, Max Bill e Bruno Munari.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.