Espaço Chefs na Rua atrai sobreviventes da madrugada da Virada Cultural

Por Luísa Pécora , iG São Paulo |

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Algumas barracas deixaram de funcionar devido a falta de energia

Luísa Pécora
Movimentação no espaço Chefs na Rua, na Virada Cultural

As diversas barracas de comida comandadas por chefs estrelados atraíram boa quantidade de pessoas que desejavam se alimentar antes de deixar a Virada Cultural para ir para casa dormir. Mas houve problemas.

O espaço foi montado na av. São Luís, próximo à rua Consolação, e começou a servir comida a partir das 8h. Algumas barracas, como a que venderia cachorro quente francês e a de pão de queijo, não estavam funcionando por falta de energia elétrica.

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Um dos chefs disse ao iG que, no follheto de orientação entregue pela organização, foi escrito que não era preciso levar botijão de gás porque haveria gerador. Mas esse gerador não havia chegado até as 9h15.

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Quem levou o gás conseguiu preparar os pratos. Como o chef Renato Carioni, do Così. Ele servia corn dog com maionese trufada. Carioni participa pela terceira vez - nas outras duas edições, preparava hambúrguer de pato. "Dava muito trabalho para transportar a carne, então mudei." O chef levou 2.300 salsichas: "Vai vender tudo, tenho certeza."

Carioni disse que nunca teve problemas com a organização da Virada Cultural e que apoia a iniciativa. "É legal o contato com a galera." O corn dog custa R$ 8 e a barraca era das mais disputadas.

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Luísa Pécora
O carioca Fernando Luiz e a namorada

Um dos "sobreviventes" da noite de shows da Virada foi Vitor Borghi, de 18 anos, que chegou ao evento às 22h. Viu apr;esentações de comédia stand-up e show da banda A Banca. Às 7h30, foi ao Chefs na Rua: "Adoro comida e o corn dog está ótimo".

Entre os pratos do espaço, podia-se degustar o strogonoff da Dona Onça (por R$ 15); a tostada mexicana do Obá (por R$ 10); e o ceviche do Suri (por R$ 10).

Mariana Teófilo, 26, viu show de Sidney Magal e em seguida foi ao Sesc Consolação. Às 6h, assistiu a Elza Soares e Gaby Amarantos. Antes de voltar para casa e dormir, ficou na fila do cachorro quente francês, mas depois de permanecer um tempo na fila, desistiu e foi embora.

Já o carioca Fernando Luiz, que havia trabalhado até as 4h30, foi à Virada em seguida com a namorada. "No ano passado, desisti de comer a galinhada. Neste ano divulgaram menos. Existe uma certa desorganização, falta profissionalizar o momento cultural da cidade."

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