Veja em 360 graus a exposição de maior sucesso da Rio+20

Com filas permanentes de até 500 metros, a mostra Humanidade 2012 fica no Forte de Copacabana apenas até sexta-feira (22). Comente

Priscila Bessa iG Rio de Janeiro | - Atualizada às

Inaugurada no dia 11, a exposição “Humanidade 2012”, no Forte de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, vem recebendo milhares de visitantes interessados no debate sobre o desenvolvimento sustentável proporcionado pelas nove salas da mostra. Uma iniciativa da Firjan e da Fiesp, a exposição termina na sexta-feira (22) e se mantém lotada diariamente , especialmente por famílias e estudantes da rede municipal.

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A intervenção artística começa nas rampas que dão acesso à mostra. Plantas em vasos, quadros com dados sobre o meio ambiente e até uma estrutura composta de fitas com os nomes de diversos países formando o mapa do Brasil dão o tom do que será visto a seguir. A exposição foi idealizada e concebida pela diretora e cenógrafa Bia Lessa.

O fotógrafo Marcos Dantas registrou toda a exposição em 360 graus . Confira.

Sala1

Intitulada “Mundo em que vivemos”, sons de sirene e música instrumental se misturam enquanto a evolução humana é mostrada em tópicos exemplificando a ação humana desde sua existência. Em uma parede minipegadas se dividem e ramificam enquanto na outra desenhos com imagens de pessoas, animais e objetos é apagada por uma estrutura automática.

Sala 2

“Mundo dividido”, quadros com fotos de miséria evidente são a introdução para um dos ambientes mais provocadores da exposição. Tabelas atualizadas em tempo real espalhadas por toda a sala mostram dados como “dinheiro empregado na educação pública hoje”, “desertificação esse ano (hectares)”, “dinheiro gasto em vídeo game (hoje)”, “dias até acabar o petróleo”, “nascimentos hoje”, mortes hoje”, entre outros.

Sala 3

No espaço “O homem e suas conexões”, fachos de laser verde cruzam o espaço repleto de palavras do chão até o teto entremeadas com furos que funcionam como um “olho mágico”: ao olhar dentro do buraco o frequentador vê informações e fotos sobre o índice de reciclagem de lixo, entre outros. Uma estátua de um homem sentado à mesa no centro da sala torna quase inevitável que os frequentadores a toquem, mesmo sob apelos dos funcionários para que não o façam.

Sala 4

“Biodiversidade Brasileira”: o ambiente todo espelhado possui tiras de tecido do chão ao teto onde imagens são projetadas

Sala 5

“Diversidade brasileira”, cubos coloridos pendurados em todo o espaço com nomes como “Akiko”, “Claudiana” e “Iraci” deixam os visitantes curiosos procurando os próprios nomes.

Sala 6

“Produções humanas”: fotos de hidrelétricas e outras fontes de energia, imagens de cidades e resíduos, figuras de campos de soja, além de outros tipos de agronegócios, indústrias e meios de transporte de carga, circundam uma maquete com água.

Sala 7

“Rio de Janeiro”: o Centro de Operações da Prefeitura é apresentado entre imagens da cidade. Óculos 3D potencializam a experiência.

Sala 8

“Indivíduo e as forças da natureza”: o frequentador aperta um botão que aciona um ventilador sob seus pés. Quando a ventania cessa, lâmpadas são acesas provocando uma sensação de forte calor. A ideia é fazer com que o visitante sinta uma compilação das forças da natureza.

Sala 9

“Museu do Amanhã”: a sala propõe um passeio pelo Museu do Amanhã, uma realização da Prefeitura do Rio de Janeiro juntamente com a Fundação Roberto Marinho que está sendo construído no Píer Mauá, zona portuária da cidade, com inauguração programada para 2014.

Após visitar os nove espaços, um terraço com vista deslumbrante para Copacabana, Ipanema e Leblon é a última passagem antes da saída.

Confira o trabalho do fotógrafo Marcos Dantas em seu site:  www.marcosdantas.net

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