28/08 - 09:18 - AFP

LONDRES – A Grã-Bretanha lançou uma campanha milionária para tentar manter no país duas obras do pintor Ticiano, que, se chegassem ao mercado, se transformariam nas pinturas mais caras do mundo, informou nesta quinta-feira a Galeria Nacional de Londres.
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"Diana e Acteão" / Reprodução |
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"Diana e Calisto" / Reprodução |
O aristocrata anunciou que está disposto a cedê-las à nação por 100 milhões de libras (200 milhões de dólares), o que as galerias britânicas consideram uma pechincha.
No mercado, as duas obras renascentistas, que fazem parte da fabulosa coleção Bridgewater, propriedade do duque, estão avaliadas em 600 milhões de dólares, o que faz delas as mais caras da história.
As duas galerias lançaram um apelo público para arrecadar 100 milhões de dólares antes do final do ano, prazo dado pelo duque para ceder à nação "Diana e Acteão" por este valor.
O aristocrata deu mais quatro anos para a arrecadação de uma soma igual para "Diana e Calisto".
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