Comercial, celular e show fechado. A alquimia que trouxe a cantora Fergie mais uma vez ao Brasil escorrega nessas quatro palavras.
Celebridade e sonho de consumo, a cantora do Black Eyed Peas concedeu uma rápida entrevista ontem a jornalistas em São Paulo. A cantora toca hoje para uma platéia de convidados no Via Funchal, mas antes falou de sua carreira solo, do futuro da música e de suas armas para conquistar os homens.
Logo no início da entrevista, disse acreditar que os celulares estarão ligados ao futuro da música. “Minhas canções fazem muito sucesso como ringtones de aparelhos celulares e tenho certeza que esse vai ser o jeito de se escutar música daqui para a frente”, falou a loira, que está noiva e pretende se casar apenas no ano que vem.
Nesta temporada, completará 33 anos e promete uma mega festa. Para isso, irá dividir uma boate em Nova York com o diretor Quentin Tarantino (Pulp Fiction) - de quem é amiga desde que participou do longa Grindhouse, com a direção dupla de Tarantino e Robert Rodriguez. “Quero me dedicar ao cinema, mas preciso de tempo para estudar.” Já para o show que fará hoje, disse que os convidados poderão usufruir de uma Fergie mais rock’n’roll. “Escuto muito Led Zeppelin e Sublime”, ressaltou. Além do rock, se disse apaixonada pelo jeito de cantar das brasileiras. Deu um exemplo com sua própria voz e comentou que adoraria gravar com o rapper MV Bill.
Ao falar de will.i.am (seu companheiro de Black Eyed Peas e produtor cobiçado) se derreteu. Com ele, a loira fará parte da trilha do filme Homem de Ferro. No final do ano passado, acabou participando da edição comemorativa dos 25 anos de Thriller, de Michael Jackson. Cantou uma versão de Beat It e se disse muito honrada.
Simpatizante de Hillary Clinton e Barack Obama, dupla que chama de “Time dos Sonhos”, Fergie mostrou o quanto pode provocar os homens quando quer. Além de fazer firulas ao mostrar o aparelho celular que lançava, convidou um dos jornalistas para sua festa e deixou a todos vermelhos quando mostrou suas armas para conquistar os homens: “Servem essas duas aqui?”, perguntou apontando para os seios. Se a própria diz que não consegue controlar a dieta no Brasil, uma coisa é bem clara: o País deixa todo mundo muito mais soltinho. As informações são do Jornal da Tarde