29/02 - 11:01 - Maria Lúcia Candeias, especial para Aplauso Brasil
SÃO PAULO - O sábio ditado popular, "pai rico, filho nobre, neto pobre", salta aos olhos de quem assiste "A Moratória", de Jorge de Andrade, sem levar em conta o contexto da época. Isso porque o texto retrata a situação de um dos despreparados filhos de dono de fazenda durante a crise de 1929, o que parece ter sucedido com a própria família do autor.
Apesar da situação econômica, o personagem central só sabe sonhar com uma moratória que lhe restituiria os bens, vivendo à custa da filha. Porque até hoje em dia o ditado – que não consta do texto - é vigente, consideramos muito feliz a escolha de nosso grande autor dos anos 1950, pois não é apenas uma obra histórica.
Leia crítica completa no Aplauso Brasil.
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