26/04 - 10:40 - Redação
SÃO PAULO – Ao evitar ser uma biografia linear ou acadêmica, ‘Meu Mundo Caiu - A bossa e a fossa de Maysa’ envolve o leitor numa linguagem vertiginosa para contar a história dessa polêmica cantora e compositora. Seu autor, o jornalista Eduardo Logullo, participa de chat no iG na tarde desta quinta-feira para comentar a obra.
‘Meu Mundo Caiu’ revela todo o contexto histórico e insere Maysa no cenário político e cultural de cada época, permitindo ao leitor captar informações e saborear aspectos inéditos de sua trajetória. O livro conta como uma filha de aristocratas do Espírito Santo, que passou oito anos num internato da elite paulistana, se tornou a mais famosa intérprete e compositora do País.
Maysa renovou o samba-canção, com letras audaciosas, para depois participar da Bossa Nova. Ela encantou o povo, intelectuais, boêmios e poetas. Seus amores complicados e sua luta contra a angústia, o álcool e a solidão, que abalaram a sociedade da época, são retratados fielmente por Logullo.
O autor faz uma colagem de situações, declarações e conclusões para retratar Maysa. Com 280 páginas, um caderno com 50 fotografias raras e prefácio assinado por Gal Costa, ‘Meu Mundo Caiu - A bossa e a fossa de Maysa’ presta homenagem à mulher que revolucionou o cenário musical brasileiro.
O autor
Eduardo Logullo nasceu no Rio de Janeiro, mas mora em São Paulo desde 1990. Ele é jornalista, roteirista e autor de livros, com trabalhos realizados na imprensa, rádio e televisão desde os anos 1980.
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