24/01 - 23:27, atualizada às 23:27 24/01 - Bia Garrido
Durante entrevista exclusiva ao programa Super Pop da RedeTV!, onde Ronaldo Esper tem um quadro, o estilista disse que no momento em que pegou vasos do cemitério ele estava sob efeito de um remédio contra a depressão.
"Eu estava como um zumbi no cemitério, mas eu sabia que poderia acontecer alguma coisa, alguém implicar. Os médicos falam para eu me policiar, mas às vezes escapa".
O estilista explica como pegou os vasos: "Eu pus dentro da sacola e trouxe, eles eram pesados, de pedra, e não de mármore como havia sido dito. A pessoa tinha comprado há sete dias mas parece que nem tinha ido lá olhar". E ele ainda completa o descaso do proprietário com os objetos: "o próprio administrador chama de terreno, e não de túmulo, então é uma coisa abandonada".
"Quando o remédio passou a perder o efeito (por volta das 19h), eu telefonei para a minha secretária e pedi os demais remédios que eu costumo tomar. A polícia, que a todo momento compreendeu a situação, viu tudo e liberou para eu usar".
Depois do segundo dia, eu me arrastei como um cão. Passados quinze dias, voltei ao médico. Você tem uma coisa boa e uma ruim: a boa era quando parar, vai ter que largar paulatinamente. E a ruim é que você não pode largar o remédio neste momento".
Ele ainda explica a gravidade da doença: "Não vou falar de mim e de nenhuma pessoa, mas se uma pessoa tivesse entre um câncer e uma depressão, ela está melhor com câncer porque ela trata e fica boa, a depressão não é um tratamento rápido, pode durar muito. Às vezes as pessoas confundem com tristeza, mas não é bem assim".
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