Greenpeace denuncia falta de compromisso para diminuir temperatura global

Entidade critica rascunho de acordo apresentado no sábado(4)

EFE |

O texto debatido no sábado (4) em Cancún pelos países-membros do Convenção de Mudança Climática adoça o compromisso de limitar a dois graus o aumento da temperatura da Terra, denunciou o Greenpeace em declarações à Agência EFE.

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Segundo a responsável de mudança climática do Greenpeace Espanha, Aída Vilar, o documento discutido na sessão plenária da cúpula do clima omite a palavra "muito" ao se referir a tal promessa, atingida na reunião anterior de Copenhague.

Um aspecto positivo consiste em que se mantém a necessidade de revisar tal parâmetro em função da ciência. Em linhas gerais, o documento - que ainda carece do status formal de texto-base para a negociação - recolhe muitas opções e em alguns casos sem pontos intermediários.

De acordo com Aída, a primeira coisa que é preciso fazer é elevar os compromissos de redução de emissões de gases poluentes, porque "no texto não fica clara a diferença entre os compromissos apresentados e os que os cientistas exigem".

O objetivo é que desapareça o buraco existente entre "o que é e o que deve ser", disse Aída, reivindicando que os objetivos de redução sejam recolhidos em um futuro acordo sob os auspícios da ONU.

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