A expectativa é que a COP-16 não seja repleta de chefes de Estados, como foi a última edição em Copenhague

A Conferência do Clima envolve diplomatas do mundo inteiro. No ano passado houve um frenesi com a participação de chefes de estado como o presidente americano Barack Obama. Mas a expectativa é que neste ano, após o fracasso de Copenhague, a cúpula conte com a presença de poucos presidentes e primeiros-ministros.

Em Cancún, Christiana Figueres, secretária executiva da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (UNFCCC), estreia na mediação das discussões de uma COP. Christiana era membro da equipe de negociações climáticas da Costa Rica, desde 1995, quando assumiu o cargo neste ano, após a saída de Yvo de Boer, após o fracasso da Conferência de Copenhague.

O embate se formará a partir de dois negociadores: o americano Todd Stern e o chinês Xie Zhenhua. Também é esperado grande participação significativa do chefe da delegação mexicana, Fernando Tudela.

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