Veja a repercussão do acordo anunciado por Obama em Copenhague

COPENHAGUE - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou a um acordo sobre mudanças climáticas após uma reunião com os líderes de Brasil, China, Índia e África do Sul.

Reuters |


O acordo, no entanto, está longe do que se esperava da conferência em Copenhague. Veja a seguir comentários sobre o documento:

JOHN LANCHBERY, BIRDLIFE INTERNATIONAL

"Parece muito vago. Não há próximo passo, nada para ligar a um acordo final e como fazê-lo".

STEVE SAWYER, SECRETÁRIO-GERAL DO CONSELHO GLOBAL DE ENERGIA EÓLICA

"Com base nos esboços que li até agora (do acordo), uma declaração política como essa sozinha não faz muito mais do que mascarar o fato de que governos não conseguiram manter as promessas que fizeram uns aos outros (em Bali, na Indonésia, há dois anos, durante a inauguração das negociações de dois anos sobe o clima que deveriam ter terminado com um pacto)".

JOHN ASHE, PRESIDENTE DAS NEGOCIAÇÕES DO PROTOCOLO DE KYOTO

"Dado o ponto de onde começamos e as expectativas para essa conferência, qualquer coisa menos que um acordo vinculante é decepcionante.

Por outro lado, sou um pouco realista e portanto reconheço que talvez as expectativas fossem muito altas e o fato de que há um acordo - ainda não vi os detalhes, vi as versões anteriores, não vi esta última - o fato de que agora há um acordo talvez nos dê algo no que colocar nossas esperanças".

"Espero que isso leve a trabalhos sérios em 2010 para que possamos concluir o que originalmente planejávamos fazer aqui em Copenhague, podemos concluir isso, talvez, até junho, ou, se não, até dezembro de 2010".

FRED KRUPP, CHEFE DO FUNDO DE DEFESA AMBIENTAL

O acordo anunciado pela Casa Branca "deixa os EUA no controle de seu próprio destino". "É a vez do Senado de se pronunciar" ao aprovar um projeto de controle da poluição causada por emissões de carbono".

"O acordo de hoje toma os primeiros passos importantes em direção à transparência e responsabilidade em um acordo internacional de clima".

JAKE SCHMIDT, CONSELHO DE DEFESA DE RECURSOS NATURAIS

O acordo terá "grandes países se dirigindo na direção correta" para reduzir emissões de carbono.

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