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EUA vão ajudar a mobilizar US$100 bi até 2020 na luta pelo clima

COPENHAGUE - Os Estados Unidos ajudarão a mobilizar US$ 100 bilhões de dólares por ano até 2020 para auxiliar países pobres no combate às mudanças climáticas, informou a secretária de Estado Hillary Clinton nesta quinta-feira, num gesto para tentar romper o http://ultimosegundo.ig.com.br/conferenciaclimatica/2009/12/17/dinamarca+descarta+apresentar+hoje+proposta+de+acordo+climatico+9248196.html target=_topimpasse das negociações climáticas da ONU.

iG São Paulo |

"No contexto do forte acordo, em que a maioria das economias estão por trás de ações atenuantes de importância e oferecem total transparência sobre a forma de implementação, os Estados Unidos estão preparados para colaborar com outros países em direção a um objetivo mobilizando conjuntamente US$ 100 bilhões por ano até 2020 para lidar com as necessidades relativas às mudanças climáticas nos países em desenvolvimento", disse Hillary em coletiva de imprensa em Copenhague.


Hillary Clinton discursa em Copenhague / AFP

Negociações estagnadas

A presidência dinamarquesa da cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), realizada em Copenhague até amanhã, descartou apresentar nesta quinta-feira uma proposta oficial de acordo diante da falta de unidade entre os países.

Nesta madrugada, as negociações efetuadas pela presidência dinamarquesa não alcançaram os objetivos esperados, por isso está descartada a possibilidade de apresentar uma nova proposta nas próximas horas, como inicialmente havia sido anunciado.

Quatro dos principais países emergentes - China , Índia , Brasil e África do Sul - estão insatisfeitos com a forma como a Dinamarca coordenou o processo e se negam a apoiar o texto dinamarquês, que deveria servir de base para dar continuidade às negociações, assinalaram fontes da delegação dinamarquesa ao jornal local "Ritzau".

A decisão da presidência dinamarquesa não significa que o primeiro-ministro, Lars Lokke Rasmussen, tenha descartado um acordo e pode ser interpretada como um movimento tático para abrir caminho aos chefes de Estado e de governo a assumirem a responsabilidade e forçarem a realização de um pacto de última hora.

* Com Reuters

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