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    <title>Último Segundo :: Ciência e saúde</title>
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    <description>Ciência e saúde</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:47:06 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: Ciência e saúde]]></title>
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      <title><![CDATA[França estuda fixar "aviso médico" a fotos de moda]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/21/franca+estuda+fixar+aviso+medico+a+fotos+de+moda+8567972.html</link>
      <description> PARIS (Reuters) - Políticos franceses querem que seja afixado um "aviso de saúde" a fotos de modelos que são alteradas para torná-las mais belas, como parte de uma campanha contra as desordens alimentares.           A parlamentar francesa Valerie Boyer, do partido do presidente Nicolas Sarkozy, UMP, e cerca de 50 outros políticos propuseram a lei para combater o que consideram ser uma imagem deturpada das mulheres transmitida pela mídia. "Essas imagens podem fazer as pessoas acreditarem numa realidade que, com frequência, não existe", disse Boyer em comunicado na segunda-feira, acrescentando que a lei deve aplicar-se a fotos divulgadas pela imprensa, fotos de campanhas políticas, fotografia de arte e imagens em embalagens de produtos, além de comerciais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pela lei proposta, todas as fotos editadas serão acompanhadas por uma linha de texto dizendo "fotografia retocada para modificar a aparência física de uma pessoa".&lt;br&gt;&lt;br&gt;As fotos digitalmente retocadas têm estado ao cerne de uma série de escândalos. Dois anos atrás, a Paris Match retocou uma foto de Sarkozy para eliminar seus "pneuzinhos".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Grifes de luxo e revistas de moda têm sido acusadas de manipular imagens digitalmente para fazer modelos parecerem mais magras, aumentar seus seios, branquear seus dentes, alongar suas pernas e eliminar rugas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Boyer disse que o fato de as pessoas serem confrontadas com padrões irrealistas de beleza feminina pode levar a vários tipos de problemas psicológicos, especialmente desordens alimentares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As infrações à lei, que foi proposta na semana passada, seriam punidas com multa de 37.500 euros (54.930 dólares) ou até 50 por cento do custo do anúncio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem de Sophie Hardach)</description>
      <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:43:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Brasileiro de PE é o 3o caso de cura de raiva humana no mundo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/18/brasileiro+de+pe+e+o+3o+caso+de+cura+de+raiva+humana+no+mundo+8526924.html</link>
      <description> SÃO PAULO (Reuters) - Mordido por um morcego, infectado pelo vírus da raiva e internado por quase um ano, um adolescente de 16 anos recebeu alta médica nesta sexta-feira de um hospital do Recife para tornar-se o terceiro humano a ser curado da doença no mundo.           Primeiro caso de cura da raiva humana no Brasil, Marciano Menezes da Silva foi infectado pelo vírus ao ser mordido por um morcego em sua casa, no sertão pernambuco, em outubro do ano passado. Em fevereiro deste ano, o paciente deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Oswaldo Cruz, mas continuou o tratamento internado na instituição.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Saber que ele está curado e vai voltar com vida para casa é uma bênção para a gente. Agora o coração está mais tranquilo", disse o pai de Marciano, João Gomes Menezes, de acordo com nota divulgada pelo hospital.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O jovem ainda não pode andar, mas já consegue comer sozinho, mexer os braços e ajudar a se vestir, informou a instituição. Em três semanas, Marciano deverá ser submetido a uma cirurgia ortopédica no quadril.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Se ele vai andar, só o tempo dirá", afirmou o chefe da UTI do hospital, Gustavo Trindade, segundo a nota.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em todo o mundo, há três casos de cura da doença mas apenas dois pacientes estão vivos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;De acordo com o hospital, o caso chamou a atenção dos especialistas já que a raiva era considerada sem cura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A raiva humana é causada por um vírus que afeta o sistema nervoso de forma fatal e é transmitida através da mordida ou arranhão de animais como cachorro, morcego, macaco e raposa quando contaminados.</description>
      <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 17:16:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Obama alerta segurados sobre reforma na Saúde nos EUA]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/12/obama+alerta+segurados+sobre+reforma+na+saude+nos+eua+8405943.html</link>
      <description> WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ampliou neste sábado seu apelo em favor de uma reforma da Saúde para norte-americanos que possuem plano médico, lembrando-os que correm o risco de perder a cobertura que possuem sob o atual sistema.           Um relatório do Departamento do Tesouro salientou que metade dos norte-americanos abaixo dos 65 anos --a idade de início da cobertura do seguro saúde governamental-- perderá suas coberturas nos próximos dez anos, afirmou Obama em seu discurso semanal de rádio. "Se você está abaixo dos 21 anos hoje, as chances são maiores do que a metade de você se ver descoberto em algum ponto nesse período. E mais de um terço dos norte-americanos ficarão sem cobertura por mais de um ano", disse Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitos norte-americanos estão preocupados sobre a necessidade de uma reforma nos seguros saúde, pois possuem planos através de seus empregadores, e Obama afirmou repetidamente que seu programa não os forçará a trocar de seguro ou médicos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas pesquisas mostraram que muitos estão cautelosos em relação à reforma por não acreditarem que se beneficiarão de um programa governamental que pretende assegurar que todos tenham coberturas disponíveis, e se preocupam de que o plano aumentará o crescente déficit orçamentário do país e os impostos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A indústria de seguros também se opôs aos planos de um programa de seguro gerido pelo governo --a "opção pública"--, que é parte da proposta de Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Por Patricia Zengerle)</description>
      <pubDate>Sat, 12 Sep 2009 10:40:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Obama busca novo impulso para reforma do sistema de saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/10/obama+busca+novo+impulso+para+reforma+do+sistema+de+saude+8374905.html</link>
      <description> Por John Whitesides e Donna Smith           WASHINGTON (Reuters) - Líderes democratas prometeram uma ação rápida na reforma do sistema de saúde nesta quinta-feira após o discurso ousado do presidente norte-americano, Barack Obama, que teve boa acolhida pública, mas não pareceu mudar muitas mentes no Congresso. Os democratas esperavam que o discurso de Obama a uma sessão conjunta do Congresso no horário nobre dissipasse o ceticismo público e criasse uma nova oportunidade para seu esforço de reforma do sistema de saúde de 2,5 trilhões dos EUA.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente da Comissão de Finanças do Senado, Max Baucus, disse que muitos dos planos delineados por Obama espelham as propostas do comitê e ajudam a criar a confiança entre os negociadores da "Gangue dos Seis", que tentam costurar um plano de reforma bipartidário.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O discurso do presidente trouxe vida nova ao que fazemos", disse Baucus, que pretende levar adiante uma proposta na semana que vem mesmo sem apoio republicano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse à imprensa estar confiante que Obama vai assinar uma proposta de reforma do sistema de saúde até o fim do ano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Agora é o momento de agir, e não vou permitir que a reforma seja adiada ou ameaçada pelos desvios ideológicos de sempre", disse Obama. "Já discutimos esse assunto até a exaustão, ano após ano, década após década, e o tempo do diálogo está acabando, o tempo das picuinhas já acabou".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma pesquisa CNN/Opinion Research mostrou que 67 por cento dos entrevistados apoiam a reforma depois do discurso presidencial, comparado aos 53 por cento anteriores, e outras pesquisas também mostraram progressos na aprovação da principal plataforma doméstica de Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A reação republicana foi bem mais morna. O senador John McCain demonstrou preocupação com o alto custo do plano de Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"As contas não fecham", disse McCain ao programa "Today" na rede de televisão norte-americana NBC. "Há muito pouca coisa nesse pacote que pede uma redução de gastos, e um trilhão de dólares é o que basicamente vai custar".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Três comissões na Câmara dos Deputados e um comitê do Senado completaram o trabalho no acordo de reforma da saúde, e o Comitê de Finanças do Senado é a última instância antes de cada Casa do legislativo assumir o tema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem adicional de Steve Holland, Thomas Ferraro, Andy Sullivan e Matt Spetalnick)</description>
      <pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Obama pede ações rápidas para reforma do sistema de saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/09/obama+pede+acoes+rapidas+para+reforma+do+sistema+de+saude+8357910.html</link>
      <description> Por John Whitesides           WASHINGTON (Reuters) - O presidente norte-americano, Barack Obama, disse ao Congresso nesta quarta-feira que "o tempo para brigas acabou" e pediu uma ação rápida na reforma completa do sistema de saúde que transformaria o setor de saúde e o mercado de seguros nos Estados Unidos. No discurso, Obama disse que os congressistas estavam "mais próximos do objetivo da reforma do que sempre estiveram" e descreveu uma série de propostas que, segundo ele, melhoraria a estabilidade de segurados e aumentaria as opções para aqueles sem cobertura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele expressou forte reprovação aos críticos de seu plano, acusando-os de substituir um debate honesto por táticas de pânico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Não gastarei meu tempo com aqueles que fizeram cálculos de que a melhor política é matar este plano do que melhorá-lo", disse Obama em sessão conjunta do Congresso, transmitida pela televisão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama fez o discurso na esperança de rejuvenescer sua proposta de reforma de 2,5 trilhões de dólares no sistema de saúde norte-americano, parada no Congresso em meio a uma avalanche de críticas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele disse que seu projeto pretende cortar os gastos do sistema de saúde, melhorando os tratamentos, regulando seguros e expandindo a cobertura para mais de 46 milhões de norte-americanos não-segurados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como prometido, Obama explicou vários conceitos que gostaria de ver incluído em qualquer projeto final aprovado pelo Congresso, como a criação de uma bolsa de seguros, na qual indivíduos e pequenas empresas poderiam realizar negócios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele também reiterou seu apoio para um plano de seguros controlado pelo governo --a chamada "opção pública"-- que tem recebido forte oposição de críticos que afirmam que prejudicaria seguradoras e que é equivalente à aquisição do setor pelo governo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas ele deixou claro que a falta de uma opção pública em qualquer projeto final não seria fundamental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A opção pública é apenas um meio para este fim --e devemos seguir abertos a outras ideias que cheguem ao objetivo final", completou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem adicional de Patricia Zengerle, Steve Holland, Susan Cornwell, Donna Smith e Ross Colvin)</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2009 22:27:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Obama discursará no Congresso para promover reforma da saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/09/obama+discursara+no+congresso+para+promover+reforma+da+saude+8336944.html</link>
      <description> Por Patricia Zengerle           WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, Barack Obama, vai nesta quarta-feira ao Congresso para um discurso em que promoverá a reforma da saúde pública, sua maior prioridade na política interna. Assessores dizem que o pronunciamento, a ser transmitido pela TV, irá apresentar detalhes sobre a reforma, que pelo plano dele custaria 2,5 trilhões de dólares. Eles afirmaram, porém, que Obama não oferecerá um projeto de lei próprio nesse sentido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O presidente irá delinear seu plano daqui para frente", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, referindo-se tanto ao projeto da saúde quanto à forma com a qual Obama pretende negociar sua aprovação no Congresso. "Não acho que vocês irão sair confusos sobre onde ele se encontra."&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama disse ao canal ABC News que usaria o discurso para "assegurar que democratas e republicanos entendam que estou aberto a novas ideias, que não estamos sendo rígidos e ideológicos a respeito disso, mas pretendemos que algo seja feito neste ano."&lt;br&gt;&lt;br&gt;O principal objetivo de Obama é oferecer assistência médica aos 46 milhões de norte-americanos que não podem arcar com os planos de saúde privados, e garantir mais segurança aos que podem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O plano irá trazer reformas que reduzirão o crescimento insustentável no custo da saúde, que dobrou na última década e dobrará de novo a não ser que atuemos"m disse uma fonte oficial, que pediu anonimato.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A reforma da saúde era uma promessa de campanha de Obama, mas a bancada democrata, que domina o Congresso, não consegue chegar a um acordo sobre o projeto, enquanto a oposição republicana se opõe a ele.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dúvidas sobre a abrangência e custo do projeto derrubaram a popularidade de Obama nos últimos meses, refletindo o debate às vezes agressivo entre os políticos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estamos em um ponto do debate legislativo em que ele precisa colocar algumas coisas sobre a mesa e tirar algumas coisas", disse Darrell West, diretor de estudos da governança no Instituto Brookings, de Washington.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pronunciamento, numa sessão conjunta do Congresso, irá começar às 20h (21h em Brasília), com duração de cerca de 30 minutos, segundo Gibbs. Pesquisas indicam que muitos norte-americanos pretendem assistir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O alvo do discurso parece ser tanto a bancada democrata quanto a opinião pública. Se Obama conseguir unificá-los e estimulá-los, conseguirá aprovar a reforma, segundo analistas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O jogo agora se resume a: 'Poderá o governo manter os democratas na linha para uma lei que realmente represente algo?,'" disse James Morone, professor da Universidade Brown e autor de "The Heart of Power: Health and Politics in the Oval Office" ("O coração do poder: saúde e política no Salão Oval").&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Ele terá os votos se (os parlamentares democratas) tiverem coração e coragem de se manterem unidos."</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2009 08:50:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Discurso de Obama vai impulsionar reforma da saúde, diz Pelosi]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/08/discurso+de+obama+vai+impulsionar+reforma+da+saude+diz+pelosi+8332930.html</link>
      <description> WASHINGTON (Reuters) - A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, disse nesta terça-feira que o presidente norte-americano, Barack Obama, usará um discurso-chave sobre a reforma do sistema de saúde para dar novo impulso a um acordo legislativo sobre o tema.           "Acho que a clareza dessa mensagem vai nos fazer caminhar muito para resolver quaisquer diferenças na Câmara dos Deputados", disse Pelosi em uma entrevista coletiva na véspera do discurso de Obama ao congresso na quarta-feira. Pelosi disse que continua comprometida com a ideia de um seguro saúde universal para competir com seguradoras privadas, o que assustou os republicanos e alguns democratas centristas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas ela disse que 85 por cento dos democratas do congresso concordam com a proposta e que as diferenças irão se reduzir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Fazemos uma distinção entre aqueles que querem obstruir o debate e aqueles que têm preocupações legítimas."&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pelosi disse anteriormente que "há muito trabalho a fazer" para alcançar uma reforma no sistema de saúde norte-americano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois de uma reunião com Obama, ela afirmou que a reforma na saúde "será feita de uma maneira fiscalmente saudável."&lt;br&gt;&lt;br&gt;O líder da maioria do Senado, Harry Reid, disse que os democratas tentarão aprovar o plano de reforma da saúde sem os republicanos apenas se não houver alternativa.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Sep 2009 20:58:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Assessores de Obama deixam espaço para fazer concessões na saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/09/06/assessores+de+obama+deixam+espaco+para+fazer+concessoes+na+saude+8294939.html</link>
      <description> Por Steve Holland e Rachelle Younglai           WASHINGTON (Reuters) - Os principais assessores do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disseram neste domingo que ele ainda quer uma opção de seguro de saúde governamental na legislação a ser proposta, mas deixaram espaço para uma concessão que poderia desapontar seus apoiadores mais liberais. Antes de um importante discurso de Obama sobre saúde na noite de quarta-feira, os assessores retrataram a possibilidade de rever os custos do sistema de saúde norte-americano que somaria US$ 2,5 trilhões depois de um debate tumultuado sobre o assunto no qual Obama perdeu espaço para adversários republicanos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama, diante de uma sessão conjunta do Congresso, vai dar detalhes do que apóia para tentar reconquistar o controle da questão da saúde e tentar aprovar um plano neste ano. Analistas dizem que seus movimentos nos próximos meses serão um teste para sua capacidade de liderança e podem definir seu período na Casa Branca.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com os crescentes gastos e déficits do governo, decorrentes da luta contra a pior crise econômica desde a Grande Depressão e das herdadas guerras no Iraque e no Afeganistão, os críticos dizem que as reformas de saúde são caras demais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A questão chave é se Obama estaria disposto a abrir mão de sua "opção pública" -- um plano de saúde governamental preparado para competir com empresas privadas e que pode custar 1 trilhão de dólares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Democratas liberais, como a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, insistem que qualquer plano tem de incluir a opção pública, enquanto os democratas moderados e quase todos os republicanos insistem que não apoiariam essa proposta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O principal assessor de Obama, David Axelrod, e o porta-voz Robert Gibbs deram indícios do que será o discurso de quarta-feira em entrevistas a programas norte-americanos. Ambos foram pressionados a falar sobre a opção pública.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na TV NBC, Axelrod disse que Obama acredita que um plano administrado pelo governo é uma parte importante da reforma, de modo a estimular a competição e custos mais baixos. No entanto, disse que a opção pública "não deve definir todo o debate sobre saúde".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Gibbs, na ABC, declarou que Obama quer uma opção pública incluída na revisão dos recursos para a saúde, mas se recusou a responder a uma pergunta sobre se isso é essencial para o apoio do presidente às leis de saúde que serão propostas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Bem, eu duvido que vamos entrar em ameaças pesadas na quarta-feira", disse, quando perguntado se Obama bloquearia uma lei em que não haja opção pública. "Vamos falar sobre o que pudermos porque estamos perto de fazer."&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem adicional de Kim Dixon)</description>
      <pubDate>Sun, 06 Sep 2009 16:05:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Adultos fãs de videogame são tristes e têm sobrepeso, diz estudo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/08/21/adultos+fas+de+videogame+sao+tristes+e+tem+sobrepeso+diz+estudo+8017948.html</link>
      <description> NOVA YORK, 20 de agosto (Reuters Life!) - Os videogames podem até ser considerados uma obsessão de jovens, mas na realidade a média de idade dos jogadores é 35 anos. Além disso, eles costumam estar acima do peso, são introvertidos e podem ter depressão, segundo um estudo feito nos Estados Unidos.           Pesquisadores do Centro para Prevenção e Controle de Doenças examinaram o comportamento de 552 adultos com idades entre 19 e 90 anos na região das cidades de Seattle e Tacoma, noroeste dos EUA. Eles descobriram que 249 deles, ou perto de 45 por cento, eram jogadores de videogame, dos quais 56 por cento eram homens.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os pesquisadores constataram que os homens que jogavam videogame tinham peso mais elevado e usavam mais a Internet do que os outros homens.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As mulheres que jogavam videogame tinham maior grau de depressão e, no geral, sua saúde era pior do que a das não-jogadoras. O pesquisador James Weaver e sua equipe sugeriram que para os adultos o videogame pode ser uma forma de "automedicação digital."&lt;br&gt;&lt;br&gt;Eles disseram que as mulheres, em especial, podem se deixar absorver por atividades digitais que envolvam a mente como uma forma de se distraírem da realidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Em poucas palavras, elas literalmente 'desligam sua mente' das preocupações quando estão jogando videogame," disseram os pesquisadores em um comunicado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os adultos que jogam videogame também parecem menos abertos, ou extrovertidos, e menos sociáveis e assertivos do que os não-jogadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esses resultados foram consistentes com pesquisas anteriores sobre adolescentes fãs de videogame que mostravam uma relação entre a atividade e hábitos sedentários, problemas de peso e de saúde mental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os jogadores adultos, de ambos os sexos, recorrem mais à Internet para relações sociais do que os não-jogadores, fato que reforça estudos anteriores indicando que os adultos podem "sacrificar atividades sociais do mundo real para jogar videogame."&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo, publicado no American Journal of Preventive Medicine, concluiu que há associações "quantificáveis" entre jogar videogame e riscos para a saúde.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Como na hipótese inicial do trabalho," afirmaram os pesquisadores, maior peso corporal e um grande número de "dias com saúde mental ruim" diferenciaram os jogadores de videogame dos demais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem de Reuters Health)</description>
      <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 12:49:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Fidel Castro critica EUA por atraso em reforma da saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/08/20/fidel+castro+critica+eua+por+atraso+em+reforma+da+saude+7990908.html</link>
      <description> HAVANA (Reuters) - O ex-presidente cubano Fidel Castro criticou os Estados Unidos por gastarem milhares de dólares em armas de última geração mas não conseguirem aprovar uma reforma do sistema de saúde para proteger os cidadãos mais pobres.           Fidel escreveu em um artigo publicado na Internet na quarta-feira que enquanto os enormes orçamentos militares são aprovados com facilidade no Congresso dos EUA, o presidente Barack Obama tem encontrado enorme dificuldade para convencer os parlamentares a aprovarem uma lei para "levar os serviços de saúde a 50 milhões de norte-americanos que precisam deles." "Qual esperança essa sociedade por oferecer ao mundo?", acrescentou Fidel em um texto publicado quase à meia-noite de quarta no site oficial do governo www.cubadebate.cu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O programa de saúde de Obama, que tenta tornar os serviços médicos mais baratos e acessíveis, tem encontrado resistência no Congresso, principalmente entre os republicanos da oposição, que alegam, entre outra coisas, que seria um passo rumo ao socialismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fidel afirmou que uma clínica que oferece serviços médicos gratuitos em Los Angeles atendeu recentemente 8.000 pacientes, alguns procedentes de locais a centenas de quilômetros de lá, que disseram não poder pagar por uma consulta médica ou dentista em suas próprias cidades.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O governo de Cuba se orgulha de oferecer serviços médicos gratuitos à população.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Os lobistas no Congresso passaram o mês de agosto trabalhando contra uma simples lei que pretende oferecer assistência médica a dezenas de milhões de pessoas pobres, negros e latinos em sua imensa maioria, que precisam dela", escreveu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Mesmo um país bloqueado como Cuba conseguiu fazer isso", afirmou, referindo-se ao embargo imposto pelos EUA à ilha que o governo comunista afirma ser responsável por muitos de seus problemas econômicos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fidel, de 83 anos, não é visto em público desde que foi submetido a uma cirurgia intestinal em julho de 2006. Ele abriu mão da presidência no ano passado e desde então foi substituído pelo irmão mais novo Raúl Castro. Mas mantém suas posições atualizadas através de artigos publicados nos jornais e sites do governo e lidos nas emissoras de rádio e TV do Estado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem de Jeff Franks)</description>
      <pubDate>Thu, 20 Aug 2009 07:56:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Alencar está disposto e conversa normalmente após 15a cirurgia]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/25/alencar+esta+disposto+e+conversa+normalmente+apos+15a+cirurgia+7499945.html</link>
      <description> SÃO PAULO (Reuters) - O vice-presidente da República, José Alencar, se recupera bem após ter sido submetido a uma colostomia, informou o Hospital Sírio Libanês neste sábado.           "O paciente encontra-se disposto e conversando normalmente, estando com todos os sinais preservados", disse nota do hospital. Segundo o comunicado, Alencar deverá permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neste sábado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Alencar foi submetido a uma colostomia, procedimento em que parte do intestino é conectada a uma bolsa no exterior do corpo. Esta foi a 15a cirurgia do vice-presidente, de 77 anos, que luta contra um câncer desde 1997.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No dia 25 de janeiro, Alencar passou por uma operação de 17 horas para a retirada de tumores no abdome.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em maio, exames localizaram novos tumores no mesmo local. O vice-presidente decidiu, então, submeter-se a um tratamento experimental nos Estados Unidos para combater a doença.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Por Hugo Bachega; Edição de Paula Laier)</description>
      <pubDate>Sat, 25 Jul 2009 15:05:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Governo dos EUA prevê aprovação do pacote de saúde neste ano]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/24/governo+dos+eua+preve+aprovacao+do+pacote+de+saude+neste+ano+7479920.html</link>
      <description> Por Jackie Frank           WASHINGTON (Reuters) - Minimizando a demora no Congresso, o governo Obama disse na sexta-feira que a reforma da saúde pública dos EUA, destinada a cortar custos e ampliar a população atendida, pode ser aprovada ainda neste ano. O chefe de gabinete da Casa Branca, Rahm Emanuel, disse que o fato de o Senado não votar a versão preliminar antes do recesso de agosto não impede o cumprimento desse objetivo central da política interna do presidente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Acho que teremos até o final do ano uma lei para o presidente sancionar a respeito da reforma da saúde pública, que controle custos, amplie a cobertura e garanta escolha (em relação aos planos de saúde privados)", disse Emanuel à Rádio Pública Nacional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pacote que tramita no Congresso tem sido criticado, inclusive pela bancada democrata, seja por causa do seu preço ou da sua abrangência. Há intensos debates sobre como cortar custos e financiar o programa, considerado por Obama como essencial para a recuperação econômica do país, já que a saúde é um dos principais motivos do déficit público.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente pediu a senadores e deputados que aprovem as versões preliminares do pacote antes do recesso de verão, para evitar que a oposição à proposta cresça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas o líder da maioria no Senado, Harry Reid, disse na quinta-feira que a Casa só deve debater a sua versão do pacote em setembro, o que gera dúvidas sobre como e quando essa reforma sairá.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama investe um substancial capital político na aprovação da lei de saúde neste ano, antes que os parlamentares voltem suas atenções para as eleições legislativas de 2010.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Emanuel disse que a Casa Branca ainda acredita que as coisas estão nos trilhos. "O importante é ... que agora estamos debatendo como controlar custos", disse ele à rádio estatal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estamos já nos detalhes finais. Esses detalhes importam. Mas ... achamos que estamos fazendo progressos."&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sobre o controle de custos, Emanuel disse que a Casa Branca estimula o Congresso a incluir uma proposta que crie uma comissão externa sobre o assunto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O projeto final deve incluir alguma forma de seguro-saúde estatal para competir com as seguradoras privadas, de modo a reduzir a parcela de norte-americanos sem cobertura - hoje são 46 milhões.</description>
      <pubDate>Fri, 24 Jul 2009 11:39:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Senado dos EUA adia votação de projeto de Obama para saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/23/senado+dos+eua+adia+votacao+de+projeto+de+obama+para+saude+7466907.html</link>
      <description> Por Donna Smith e Kim Dixon           WASHINGTON (Reuters) - A iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de reformar o sistema de saúde sofreu um revés nesta quinta-feira com o anúncio dos líderes do Senado de que não terão como votar a medida antes do recesso de agosto. Um dia depois da entrevista de Obama à imprensa em horário nobre para apresentar sua proposta para a saúde, os líderes do Congresso tentavam dirimir as dúvidas sobre o plano do governo e o líder da maioria no Senado, Harry Reid, disse que a Casa não iria analisar a matéria antes da volta do recesso, que começa em 7 de agosto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ele disse aos repórteres que o projeto será estudado pelo plenário do Senado quando os trabalhos forem retomados, no outono do hemisfério norte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, declarou estar "mais confiante do que nunca" de que o Congresso vai cumprir o cronograma de Obama e aprovar a lei até o fim do ano, mas a votação inicial pode não ser tão rápida quanto se espera.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Levaremos o projeto ao plenário quando estiver pronto, e quando estiver pronto teremos os votos para aprová-lo," disse Pelosi aos repórteres.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Também nesta quinta-feira, Obama disse não ver problemas no fato de a reforma não ser aprovada até agosto, mas disse que quer que os parlamentares sigam trabalhando no projeto. "Quero que o projeto saia do comitê", disse o presidente em reunião na assembleia local de Shaker Heights, em Ohio. "Quero isso pronto até o final do ano", acrescentou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pacote de reformas em tramitação nas duas casas do Congresso tem recebido críticas de todas as partes por seu custo de mais de 1 trilhão de dólares e seu alcance. Os congressistas debatem como custear o programa e controlar os gastos com saúde.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pelosi disse haver ainda uma discussão sobre o adiamento do recesso da Câmara, que se inicia dia 31 de julho, em um dia ou dois para se chegar a um acordo sobre o projeto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama deixou a elaboração do texto do projeto a cargo do Congresso, mas intensificou seu lobby na última semana, tendo se encontrado com políticos mais relutantes e aparecido em público para falar de seu plano para a saúde.</description>
      <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 16:20:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Obama tenta tomar controle em debate sobre reforma da saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/22/obama+tenta+tomar+controle+em+debate+sobre+reforma+da+saude+7450914.html</link>
      <description> Por Steve Holland           WASHIINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tentou retomar o controle do debate sobre a reforma do setor de saúde do país nesta quarta-feira e evitou permitir que seu ambicioso plano empaque em meio às discordâncias no Congresso. Obama concedeu entrevista coletiva durante o horário nobre da televisão norte-americana num momento em que a lua-de-mel após a posse parecia estar chegando ao fim.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Várias pesquisas mostram queda na aprovação ao presidente e que cada vez mais norte-americanos começam a ter dúvidas sobre as prescrições dele para a economia e para a saúde.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Eles estão preocupados que o plano de estímulo econômico de 787 bilhões de dólares não ajudou a economia e estão chocados com o gigantesco custo da reforma da saúde, de 1 trilhão de dólares.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O objetivo de Obama no evento na Casa Branca é de assegurar aos norte-americanos que seu plano melhorará o sistema atual, pode ser sustentado e não ampliará o déficit orçamentário do país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na declaração de abertura da entrevista, Obama disse que a saúde geral da economia depende do estancamento no crescimento dos custos com saúde, que respondem por 17,6 por cento do Produto Interno Bruto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É por isso que eu disse que mesmo que resgatemos essa economia da crise, temos que reconstruí-la para que seja mais forte do que antes. E a reforma no sistema de saúde é central nesse esforço", disse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama insistiu que o momento para a reforma é favorável, apesar de sinais de tensões no Congresso, e acrescentou que os parlamentares estão próximos de um acordo para reduzir os custos do plano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estamos agora vendo um amplo acordo graças ao trabalho que foi feito nos últimos dias. Então, mesmo que ainda tenhamos algumas questões a serem resolvidas, o que mais impressiona neste momento não é o quanto ainda temos que percorrer, mas o quanto já percorremos", afirmou.</description>
      <pubDate>Wed, 22 Jul 2009 21:44:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Obama fará apelo por reforma da saúde]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/22/obama+fara+apelo+por+reforma+da+saude+7440902.html</link>
      <description> Por John Whitesides           WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defenderá uma ampla reforma na saúde numa entrevista coletiva no horário nobre de quarta-feira. As dúvidas sobre o plano vêm aumentando mesmo entre os democratas e as pesquisas de opinião indicam uma queda do apoio da população ao projeto. Os líderes no Congresso esforçavam-se para entrar em acordo sobre o custo e a extensão da proposta que é tratada como prioridade por Obama. Mas diminuíam as esperanças de que ela fosse votada antes do recesso de verão de agosto, como o presidente estabeleceu como objetivo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pacote enfrenta oposição por todos os lados. Um grupo de democratas conservadores questiona o custo e o financiamento do plano. Os democratas mais liberais consideram que ele pode não ser tão eficaz e os republicanos criticam o valor orçado em 1 trilhão de dólares e percebem a chance de impor uma derrota política a Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Precisamos frear esse presidente. Ele tem promovido uma farra de gastos desde que assumiu o poder", disse o senador republicano conservador Jim DeMint.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"As políticas não estão compatíveis com as promessas. Eles estão sobrecarregando o povo americano com trilhões de dólares em dívidas", afirmou DeMint.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama intensificou a sua participação no debate, reunindo-se com democratas rebeldes da Câmara na Casa Branca na terça-feira e agendando compromissos relacionados à reforma na saúde ao longo da semana, cujo ápice será a entrevista coletiva marcada para as 22h (no horário de Brasília) de quarta-feira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O plano de reforma prevê um programa público de seguro para competir com as seguradoras privadas, a expansão da cobertura para a maioria dos 46 milhões de norte-americanos não segurados e a redução nos custos da saúde que aumentam mais rápido que a inflação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os legisladores, no entanto, têm encontrado dificuldade para fechar acordo sobre os detalhes e uma série de pesquisas de opinião indica uma queda nas taxas de aprovação a Obama. O apoio à reforma da saúde caiu para abaixo dos 50 por cento, numa pesquisa do Washington Post.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama disse na terça-feira que o projeto "não estava onde precisaria estar", mas "ele permanecia confiante de que poderia ganhar aprovação".&lt;br&gt;&lt;br&gt;O prazo de agosto para votar as versões do projeto em cada uma das Casas do Congresso, porém, parece cada vez mais difícil de ser atingido e os republicanos aumentam a pressão para frear o projeto. Obama quer que as primeiras versões sejam aprovadas antes do recesso da pausa de um mês para evitar que a oposição ganhe força durante o recesso.</description>
      <pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:38:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Obama ainda quer aperfeiçoar reforma da saúde nos EUA]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/21/obama+ainda+quer+aperfeicoar+reforma+da+saude+nos+eua+7410911.html</link>
      <description> WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, Barack Obama, disse em entrevista transmitida na terça-feira que o projeto de reforma da saúde pública ainda precisa ser aperfeiçoado, mas que ele está otimista de que o pacote final irá reduzir custos em longo prazo.           Questionado no programa "Today", da NBC, sobre a possibilidade de ele sancionar qualquer dos projetos que tramitam no Congresso, Obama respondeu: "Neste momento, eles não estão onde precisam estar." Obama tem pressionado o Congresso a aprovar, antes do recesso de agosto, a legislação sobre a saúde pública, item central na sua pauta interna.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Estou profundamente imbuído de que isso seja feito", disse Obama. "Isso não é o esporte de Washington, não se trata de quem sobe e quem desce. Trata-se de resolver um enorme problema para o povo norte-americano."&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem de Tabassum Zakaria)</description>
      <pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:48:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Obama faz campanha por reforma na saúde; apoio popular cai]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/20/obama+faz+campanha+por+reforma+na+saude+apoio+popular+cai+7398924.html</link>
      <description> Por Jackie Frank           WASHINGTON (Reuters) - O apoio popular à estratégia do presidente Barack Obama para reformular o sistema de saúde dos Estados Unidos parecia vacilar enquanto os republicanos intensificavam na segunda-feira os ataques contra o plano, considerado por eles caro e ineficaz. Obama fez campanha pelo plano de 1 trilhão de dólares em um hospital infantil local, afirmando que o Congresso deve agir rápido.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Mesmo que as famílias norte-americanas tenham sido afetadas pelos custos crescentes dos planos de saúde, empresas de saúde e seus executivos registraram lucros de um sistema quebrado", disse Obama.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Falamos exaustivamente sobre este problema ano após ano mas a menos que ajamos e ajamos agora, nada disso mudará", completou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A administração Obama tenta criar as condições para a votação no Congresso em duas ou três semanas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente do Comitê Nacional Republicano, Michael Steele, chamou os esforços de Obama para aprovar no Congresso a nova legislação da saúde antes do recesso de agosto de "experiência imprudente".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O presidente está apressando essa experiência pelo Congresso tão rápido e tão cedo, que ainda não tivemos um momento para pensar se ela funcionaria - ou pior, para pensar sobre as consequências à nossa nação, à economia e ao futuro econômico de nossas famílias se não funcionar", disse ele no National Press Club.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O governo esforçou-se para superar as preocupações entre democratas conservadores de que os governos estaduais e federal, já sobrecarregados, não sejam capazes de estender o sistema de saúde para os cerca de 46 milhões de não segurados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na semana passada, analistas do orçamento do Congresso disseram que o plano acrescentaria 239 bilhões de dólares ao déficit orçamentário ao longo de 10 anos, gerando dúvidas em torno da promessa de Obama de manter o plano dentro do orçamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A reforma de 2,5 trilhões de dólares na indústria da saúde dos EUA é a prioridade doméstica de Obama e um importante teste à sua Presidência, mas ele está ficando sem tempo para aprovar legislação ainda este ano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O adiamento para 2010, ano de eleição no Congresso, pode tornar mais difícil a obtenção de um acordo final.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma pesquisa do Washington Post e da ABC News realizada na semana passada indicou que a aprovação de Obama nesta questão caiu para 49 por cento, ante 57 por cento em abril, e a desaprovação subiu de 29 por cento para 44 por cento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas o apoio ao plano no Congresso segue forte entre seus colegas democratas, com amparo de 75 por cento, contra os mais de 75 por cento dos republicanos que se opõem ao pacote.</description>
      <pubDate>Mon, 20 Jul 2009 16:38:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/20/obama+faz+campanha+por+reforma+na+saude+apoio+popular+cai+7398924.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Saúde do ex-presidente peruano Fujimori é delicada, diz médico]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/07/14/saude+do+ex+presidente+peruano+fujimori+e+delicada+diz+medico+7298910.html</link>
      <description> LIMA (Reuters) - A saúde do ex-presidente peruano Alberto Fujimori, condenado a 25 anos de prisão por abusos aos direitos humanos, é delicada e ele será submetido nesta terça-feira a vários exames após sofrer um quadro de pressão arterial alta, disse seu médico.           Fujimori, que completará 71 anos no fim de julho, apareceu na segunda-feira cansado e até dormiu no início de seu segundo julgamento público, acusado de conceder uma indenização milionária ilegal a seu ex-mão direita Vladimiro Montesinos. O ex-presidente foi levado durante a noite de segunda-feira ao Instituto Nacional de Doenças Neoplásicas (Inen), onde há pouco mais de um ano submeteu-se a cirurgia para a retirada de uma lesão de natureza cancerígena de sua boca para exames.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A pressão subiu para níveis altos de 19/11, por isso é que o julgamento foi suspenso por duas vezes. Sua saúde é delicada porque não está respondendo aos anti-hipertensivos", disse à Reuters Alejandro Aguinaga, médico pessoal de Fujimori.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em novembro do ano passado, um relatório do Inen disse que Fujimori tinha "alto risco" de desenvolver trombose venosa com coágulos sanguíneos devido a uma hipertensão arterial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A trombose ocorre quando um coágulo obstrui uma veia e impede a circulação normal do sangue, o que causa dor e inflamação que pode ser letal se chegar ao coração ou aos pulmões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Pode causar até um derrame cerebral", disse Aguinaga.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na segunda-feira, Fujimori assumiu ter entregue 15 milhões de dólares ao ex-chefe de Inteligência Montesinos como "compensação por tempo de serviços" em 2000, mas rebateu a acusação de peculato e sua defesa busca evitar uma condenação de oito anos pelo crime.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com a declaração de Fujimori, o processo foi reduzido e o tribunal anunciou que poderá dar uma sentença na sexta-feira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Reportagem de Marco Aquino)</description>
      <pubDate>Tue, 14 Jul 2009 18:24:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Saúde e energia serão temas centrais de entrevista de Obama]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/06/23/saude+e+energia+serao+temas+centrais+de+entrevista+de+obama+6901946.html</link>
      <description> Por Jeff Mason           WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai usar sua influência para pressionar por projetos legislativos de reforma do sistema de saúde e corte de emissões de gás do efeito estufa, nesta terça-feira, em sua quarta coletiva de imprensa na Casa Branca desde que tomou posse. Obama concentrou seus primeiros cinco meses de mandato na tentativa de pôr fim á recessão. Ele deve apresentar na coletiva seus planos para criação de empregos e estancamento do desemprego, que os economistas preveem que vá atingir 10 por cento da população economicamente ativa nos próximos meses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma nova mudança de tom de Obama em relação ao Irã, por causa da contestada eleição presidencial que provocou grandes tumultos no país, também é assunto de grande interesse na coletiva.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama tem ampliado suas críticas ao governo iraniano pela repressão dos manifestantes ao mesmo tempo que tenta evitar dar a impressão de interferência no país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"O presidente quer se assegurar de que não se tornará um pretexto que o regime usará contra qualquer um que procure justiça no Irã", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em entrevista à TV NBC. "Sem dúvida, acho que estamos vendo o início da mudança no Irã", acrescentou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Gibbs disse na segunda-feira a repórteres que o presidente iria falar sobre economia, Irã, saúde e energia na coletiva de imprensa, que começa às 12h30 em Washington 13h30 (horário de Brasília).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Projetos sobre duas das questões defendidas por Obama -- cobertura para 46 milhões de norte-americanos que não têm planos de saúde e redução da poluição de dióxido de carbono emitido pelas grandes indústrias -- estão atualmente tramitando no Congresso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas ambas as matérias enfrentam obstáculos. Os congressistas estão preocupados com o custo de 1 trilhão de dólares estimado para a reforma do sistema de saúde nos próximos dez anos. Além disso, as possibilidades de aprovação do projeto sobre clima são mais positivas na Câmara dos Representantes e menos evidentes no Senado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obama espera ganhar apoio nas duas questões ao mesmo tempo que se pronuncia sobre crises internacionais, incluindo o Irã e a tensão na península coreana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A coletiva de imprensa ocorre num momento em que Obama, embora permaneça pessoalmente popular entre a maioria dos norte-americanos, está vendo um declínio na satisfação da população com suas políticas, segundo as pesquisas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma recente pesquisa divulgada pelo Washington Post/ABC News mostrou que apenas metade dos norte-americanos acredita que o pacote de 787 bilhões de dólares lançado pelo presidente para estimular a economia vá ter resultados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No fim da tarde Obama tem na agenda um encontro com a presidente do Chile, Michelle Bachelet.</description>
      <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:12:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/06/23/saude+e+energia+serao+temas+centrais+de+entrevista+de+obama+6901946.html</guid>
    </item>
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      <title><![CDATA[Maioria que faz sexo fora da relação na usa camisinha--pesquisa]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2009/06/18/maioria+que+faz+sexo+fora+da+relacao+na+usa+camisinha++pesquisa+6817907.html</link>
      <description> SÃO PAULO (Reuters) - Mais de um em cada cinco homens brasileiros com relações fixas traiu sua parceira no último ano e a maioria não usou preservativo ao fazer sexo fora do relacionamento, revelou um estudo divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira.           De acordo com pesquisa feita com 8.000 pessoas de 15 a 64 anos, realizada em novembro de 2008 pelo Ibope a pedido do ministério, 21 por cento dos homens que viviam com suas companheiras em 2008 tiveram relações com parceiras eventuais. Já entre as mulheres, esse índice cai para 11 por cento. Segundo a Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas relacionadas às DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) na População Brasileira, 63 por cento das pessoas que fizeram sexo casual fora do relacionamento não usaram preservativo em todas as relações com parceiro eventual.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dos 43,9 milhões de brasileiros que tinham relacionamento fixo, 7,1 milhões traíram no ano passado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O mesmo estudo, primeiro a abordar relações casuais de pessoas com relacionamento fixo, constatou que 10,5 por cento da população sexualmente ativa entre 15 e 24 anos conheceu ao menos um parceiro sexual pela Internet nos últimos 12 meses, uma tendência que exigirá novas políticas informativas por parte das autoridades, segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Uma coisa nova, que surge, é a Internet como espaço de encontro, o que vai exigir do governo novas estratégias, novas abordagens para lidar com essa realidade", disse Temporão, na apresentação do estudo em Brasília, segundo comunicado do ministério.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Em sites de relacionamento, Orkut, blogs e outros espaços na rede mundial de computadores, o ministério vai ter de entrar e levar informações, discutir, entrar em debates", acrescentou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o estudo, no caso das relações sexuais nos 12 meses que antecederam o estudo, 51 por cento dos homens recorreram à camisinha em todas elas, contra 34,6 por cento das mulheres.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo constatou também que, de 2004 para 2008, o índice de brasileiros que faz sexo casual mais que dobrou, subindo de 4 para 9,3 por cento. Apesar disso, houve uma tendência de queda do uso do preservativo, que passou de 51,6 por cento em todas as relações casuais em 2004 para 46,5 por cento em 2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estudo mostrou também que a população brasileira tem um elevado índice de conhecimento sobre as formas de infecção e prevenção à Aids. Segundo o ministério, mais de 95 por cento da população sabe que a melhor maneira de prevenir a infecção pelo vírus HIV é usar a camisinha.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Esse é um dos índices mais elevados do mundo", disse o ministério na nota.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda de acordo com o estudo, os jovens brasileiros têm um comportamento sexual mais seguro do que os mais velhos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na última relação sexual com parceiros casuais, 68 por cento dos entrevistados entre 15 e 24 anos usou camisinha, contra 38 por cento entre os maiores de 50 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E 30,7 por cento desses jovens costuma usar camisinha com parceiros fixos, contra 16,6 por cento na faixa etária entre 25 e 49 anos, segundo o ministério.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Os jovens de hoje nasceram na era da Aids, por isso a relação com o preservativo é mais habitual", disse a diretora do Programa de DST/Aids do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, no comunicado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Por Fabio Murakawa e Pedro Fonseca)</description>
      <pubDate>Thu, 18 Jun 2009 17:37:00 -0300</pubDate>
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