28/08 - 08:57 - Redação com Apolo11
Nesta terça-feira a Lua permaneceu completamente imersa na sombra da Terra durante 91 minutos. O eclipse total da Lua teve início às 5h51 pelo horário de Brasília e atingiu seu ápice uma hora depois.
Os eclipses Lunares totais ocorrem somente quando a Lua está em sua fase cheia e a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua.
Este foi o segundo eclipse total da Lua neste ano e pôde ser observado nas Américas do Sul e Norte, ilhas do Pacífico, Leste Asiático, Austrália e Nova Zelândia.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), não foi possível observar o eclipse de São Paulo, devido a forte neblina que cobria o Estado na manhã desta terça-feira.
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Como acontece
Quando qualquer corpo esférico é iluminado por uma fonte pontual de luz, são produzidos dois cones de sombra, chamados de penumbra e umbra. Em condições ideais a região da umbra é totalmente escura, enquanto a penumbra ainda recebe um parte da luz.
Durante um eclipse Lunar acontece o mesmo, com o Sol fazendo o papel da fonte de luz pontual. Fortemente iluminada, a Terra também produz dois cones de sombra que são projetados no espaço.
Em algumas ocasiões, o movimento de translação da Lua ao redor da Terra a situa dentro do cone da penumbra. Esta ocasião recebe o nome de eclipse penumbral e é muito difícil de ser observado, já que a diminuição de luz dentro deste cone é muito baixa para ser percebida. Em outras situações, no entanto, a Lua mergulha exatamente dentro da zona de sombra da umbra, ocorrendo então o eclipse total da Lua.
Todo eclipse total da Lua possui cinco fases bem definidas que incluem os contatos iniciais e finais do satélite com os cones de umbra e penumbra além do meio do eclipse, conhecido como totalidade.
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Eclipse total da Lua será visível neste sábado em boa parte do planeta
