Vídeo: Biólogo luta por tigres na Rússia

Caçadores vendem partes de tigre no mercado negro, principalmente para a China, onde elas são utilizadas na medicina tradicional

BBC Brasil |

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O biólogo Anatoly Belov vem protegendo tigres e leopardos de reservas russas há 22 anos.

Graças a gente como ele, a população do maior felino do mundo passou de 50 a cerca de 400 nos últimos 50 anos naquela região.

Há pouco mais de cem anos, em todo o mundo, a população de tigres ultrapassava 100 mil animais, com nove espécies.

Hoje, dessas, três já são extintas, e o número total é de cerca de 3,2 mil.

Caçadores ainda ameaçam os animais da região. Diariamente, Belov e outros funcionários patrulham a reserva.

Nos últimos anos, já detiveram centenas de caçadores e apreenderam dezenas de armas.

Na segunda-feira, foi registrada a segunda morte de um tigre de amur, também conhecido como tigre siberiano, nos últimos seis meses no extremo oriente da Rússia.

O problema é que a equipe de dez pessoas tem nada menos que 150 mil km² para vigiar.

Caçadores vendem partes de tigre no mercado negro, principalmente para a China, onde elas são utilizadas na medicina tradicional.

Só a pele de um tigre pode ser vendida por até US$ 25 mil no mercado negro.

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