O novo padrão, a ser estabelecido, deve criar mais exigências para que as empresas obtenham licença ambiental

O grupo de trabalho formado por técnicos da Cetesb, da Anfavea e da administração estadual fará neste mês a terceira reunião para acertar os novos limites para poluição do ar. Serão índices mais exigentes que os atuais, em vigor desde 1990, e estão baseados em recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A determinação virá por meio de decreto estadual até dezembro e vai começar pela capital.

O novo padrão deve criar mais requisitos para empresas obterem licenças ambientais, além da aplicação de medidas mais extremas como ampliação do rodízio de veículos quando o nível de poluição atingir índices críticos.

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