Manchas de óleo estão mais dispersas após acidente em plataforma

Agência Nacional do Petróleo e Ibama fizeram mais um sobrevoo na região onde houve vazamento da Petrobrás, no litoral paulista

Valor Online |

Divulgação/ANP
Embarcação da Petrobras acompanha os esforços de contenção do petróleo: manchas estão mais dispersas
Os dois sobrevoos realizados hoje por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Marinha na região em que houve vazamento de óleo da plataforma Dynamic Producer , da Petrobras, constataram que as manchas no mar estão dispersas e "bastante reduzidas" em relação ao observado na quarta-feira (1º) .

As machas continuam se deslocando para sudoeste, afastando a possibilidade de o óleo chegar ao litoral. O acidente aconteceu no campo de Carioca Nordeste, no pré-sal da bacia da Santos. "As condições do mar na área, com ondas de 2,5 a 3 metros e ventos de 17 a 27 nós, tem contribuído para a dispersão das manchas", diz a nota divulgada pela Marinha.

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Segundo o comunicado, fiscais da ANP estiveram a bordo do FPWSO Dynamic Producer e recolheram informações que servirão de subsídios para a apuração das causas do incidente. O Ibama também esteve a bordo e analisará a atuação da Petrobras na resposta ao vazamento .

"A partir dessa avaliação, será estudada a possibilidade de aplicação de sanções administrativas", acrescenta a nota, acrescentando que peritos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro já efetuaram a coleta de dados na plataforma, que instruirá o inquérito instaurado para apurar o incidente.

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