Falta de ozônio ajuda a manter Antártida fria

Pesquisadores brasileiros afirmam que redução da camada de ozônio sobre a Antártida diminui temperatura na região

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Antártida: choque entre a temperatura fria do centro do continente e médias quentes do entorno é decisivo para gerar ventos e manter a região central gelada
Enquanto o entorno da Antártida segue a tendência de aquecimento observada em quase todo o planeta, o centro continua frio, conforme imagens de satélite da Nasa desde a década de 1970. E o gelo, em vez de derreter, está se expandindo.

Aparentemente, o choque entre a temperatura fria do centro e as médias quentes do entorno é decisivo para gerar ventos e manter a região central gelada.

É o que pensam pesquisadores brasileiros, em busca de respostas para fenômenos climáticos na Antártida. Eles afirmam que a diminuição da camada de ozônio sobre o continente ajuda a manter a temperatura fria na região central e sustentam que o frio causado pela ausência do gás contribui para aumentar os ventos ao redor da Antártida e isolar termicamente a região.

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