Ecologistas chilenos apelam para mobilização contra "projetos destrutivos"

Organização protesta contra construção de represas, termoelétricas e fábricas de celulose

EFE |

Os ecologistas chilenos, assim como artistas, estudantes e organizações sociais convocaram para uma mobilização e deter os "projetos destrutivos" como as represas, as termoelétricas e as fábricas de celulose, entre outros.

As palavras de ordem da Patagônia Sem Represas, Não Pascua Lama; ao projeto hidrelétrico Alto Maipo e ao duto de Celco em Mehuín, estiveram presentes no ato principal que aconteceu na Praça Brasil, a oito quadras do Palácio da Moeda, sede do Executivo.

Representantes de diferentes conflitos meio ambientais do Chile se reuniram primeiro na Praça da Cidadania, em pleno centro de Santiago, e dali marcharam até a Praça Brasil onde entregaram sua mensagem e apelaram para mobilizações em um ato cultural.

Para o presidente da ONG Ecosistemas e Coordenador Internacional da Campanha Patagônia sem Represas, Juan Pablo Orrego, esta atividade representa uma resposta transversal à alarmante situação de degradação ecológica vivida pelo mundo. Orrego disse à agência Efe que esta atividade é observada como um marco no Chile, já que na sua opinião se uniram muitas causas e todas têm como eixo principal o meio ambiente.

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