Tubarão raro é capturado na costa da Austrália

Por BBC | - Atualizada às

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Com várias características de criaturas primitivas, os tubarões-enguias podem atingir até 2 metros de comprimento

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Um tipo raro de tubarão, conhecido como "fóssil vivo", foi capturado no sudeste da Austrália.

De aparência assustadora, o tubarão-enguia (também chamado de tubarão-cobra) foi apanhado por um barco de arrasto na região de Gippsland, no Estado de Victoria.

Raramente os tubarões-enguia são encontrados vivos, porque seu habitat natural se localiza a 600 metros ou mais de profundidade.

Raro 'fóssil vivo' é capturado na costa da Austrália
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Raro 'fóssil vivo' é capturado na costa da Austrália


Tanto o formato do corpo do animal quanto seu número de guelras se assemelham aos de fósseis de tubarões que viveram há 350 milhões de anos. Por essa razão, o animal é conhecido como um "fóssil vivo".

Com várias características de criaturas primitivas, os tubarões-enguias podem atingir até 2 metros de comprimento.

Segundo a Associação de Pesca de Arrasto do Sudeste da Austrália, a espécie encontrada tinha praticamente esse tamanho.

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O temido tubarão galha branca nada pacificamente ao lado de um biólogo. Foto: Brian Skerry / National Geographic Image SalesNo Ártico: arquipélago norueguês tem ecossistema marinho brilhante e cheio de cor. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesEspécie de nudibranquios, conhecida como bailarina espanhola, vive na costa da Austrália mede quase 50 centímetros. Foto: William Albert Allard / National Geographic Image SalesMembros da classe dos gastrópodes, os nudibrânquios, têm as brânquias formando tufos nas costas . Foto: David Doubilet / National Geographic Image Sales) Do tamanho da palma de uma mão, esta espécie de tartaruga é uma das que mais corre risco de extinção, sendo encontrada quase que unicamente em cativeiro. Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesO madtom é um peixe-gato pequeno (do tamanho de um dedo) que vive somente no rio Saline, em Arkansas, EUA. Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesMergulhador se vê rodeado de águas-vivas em lago marinho no arquipélago de Palau, no Pacífico. Foto: David Doubilet / National Geographic Image SalesAs cores e corpos do salmão mudam radicalmente durante sua jornada para procriar na península de Kamchatka, na Rússia. Foto: Randy Olson / National Geographic Image SalesEsta rã vive nas montanhas Foja, na Nova Guiné. Foto: Tim Laman / National Geographic Image Sales)A estrela do mar espalha seus tentáculos sobre o chão no mar da baía de Monterey, na Califórnia. Foto: David Doubilet/ National Geographic Image SalesCardume de peixes quase se confunde com as águas turquesas das ilhas Bonin, na costa do Japão. Foto: Brian Skerry / National Geographic Image SalesÁgua-viva juba de leão se aninha em uma alga marinha. Foto: Paul Nicklen/ National Geographic Image SalesO "sorriso" do peixe papagaio australiano mostra dentes que respam o excesso de algas de corais. Foto: David Doubilet / National Geographic Image SalesPeixes nadam pelas algas no monte submarino Cortes, no Pacífico. Foto: Brian Skerry/ National Geographic Image SalesO caranguejo conehcido como bernardo-eremita espia seus arredores de dentro de sua concha. Foto: Jason Edwards/National Geographic StockCardu­me de arrai­as-ma­nta se alime­nta na corre­nteza. Foto: Mauri­cio Handl­er/ Natio­nal Geogr­aphicClose-up de um peixe-palhaço nas Ilhas Salomão, Melanésia. Foto: Wolcott Henry/ National Geographic StockArraia-uge-manchas-azuis próxima ao litoral de Mabualau, nas Ilhas Fiji. Foto: Mattias Klum/ National Geographic StockAnêmonas no fundo da floresta de algas de San Miguel, na Califórnia. Foto: Mauricio Handler/National Geographic CreativePérolas em concha de ostra, Comuna de Jin Shan, nos arredores de Shanghai, China. Foto: Bruce Dale/ National Geographic StockMorsa-atlântica macho repousa em uma plataforma de gelo perto de Nunavut, no Canadá. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesCorais Pennatulacea, que habitam normalmente as profundezas, costumam aparecem nos baixios da Reserva Long Sound, na Nova Zelândia. Foto: Brian Skerry / National Geographic Image SalesA luminosidade e as cores dos nudibrânquios, moluscos gastrópodes marinhos, alerta potenciais predadores sobre seu veneno. Foto: Photograph by David DoubiletLagostim laranja  nada em rio do cânion Claustral, na Austrália. Foto: Carsten Peter, National GeographicEstrela do mar das ilhas Salomão. Foto: Wolcott Henry / National Geographic Image SalesSair da água para respirar é sempre um momento de risco para as focas no Ártico. Ursos polares podem estar prontos para o ataque. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesOs espinhos deste ouriço do mar  (Eucidaris thouarsii) se estendem para fora do corpo. Foto: Medford Taylor / National Geographic Image SalesNas águas da ilha de Bonaire, no Caribe,  camarão, anêmona do mar e peixe criam associações. Foto: Paul Sutherland / National Geographic Image SalesO leão marinho australiano é uma espécie ameaçada de extinção que só pode ser encontrada na Grande Barreira de Corais. Foto: David Doubilet /National Geographic Image SalesA cor viva desta rã é um aviso a potenciais predadores: ela é venenosa. Foto: George Grall / National Geographic Image SalesUm caranguejo rasteja por um pólipo nas águas de Fiji. Foto: Tim Laman / National Geographic Image SalesCom um olhar furioso e uma nuvem de tinta, a lula gigante escapa de um mergulhador. Foto: Brian J. Skerry / National Geographic Image SalesBaleia da Groenlândia nada no Estreito de Lancaster, no Canadá. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesO ataque do peixe-leão libera um potente veneno introduzido através de espinhos localizados nas regiões dorsal . Foto: Photograph by Paul A. SutherlandCamarão translúcido sobre uma anemona, no recife Kingman. Foto: Brian Skerry /National Geographic Image SalesUm baiacu pode engolir muita água rapidamente para aumentar várias vezes de tamanho. Foto: Ben Horton / National Geographic Image SalesNa natureza, os golfinhos podem atingir velocidades de mais de 30 km/h. Foto: Annie Griffiths Belt / National Geographic Image SalesEsta salamandra de cauda azul e barriga alaranjada é típica da China. Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesPequenos peixes de agrupam na península de Izu, no Japão . Foto: Brian Skerry / National Geographic Image SalesO moluscos gastrópodes marinhos são encontrados em todo o oceano, principalmente em águas tropicais rasas. Foto: Darlyne A. Murawski / National Geographic Image SalesO crocodilo-marinho é o maior animal do seu tipo, podendo chegar a 7 metros de comprimento e uma tonelada de peso. Foto: Randy Olson / National Geographic Image SalesO colorido tritão-marmoreado é um anfíbio típico da Europa. Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesA rã voadora usa suas patas para planar no ar. Foto: Tim Laman / National Geographic Image SalesA pose do pequeno peixe serve para espantar possíveis predadores de seu território. Foto: Brian J. Skerry / National Geographic Image SalesColorido do peixe funciona como uma ótima estratégia para se esconder em corais exóticos. Foto: Wolcott Henry/National Geographic Image SalesUm cavalo-marinho flutua pelas águas das ilhas de Raja Ampat, na Indonésia. Foto: David Doubilet / National Geographic Image SalesLontras do mar passama maior parte do tempo na água, mas usam a praia para dormir e descansar. Foto: Nicole Duplaix / National Geographic Image SalesUma arraia esconde parte de seu corpo na areia do Rio Negro. Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesNa imagem, o caranguejo rei do Alasca é do tamanho de uma moeda. Em alguns anos, o crustáceo pode atingir o tamanho de um pneu de trator. Foto: Brian Skerry / National Geographic Image SalesA água-viva juba de leão pode atingir 2 metros de diâmetro, e seus tentáculos chegam aos 15 metros. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesReflexo de um lago de carpas no Novo México. Foto: Krista Rossow / National Geographic Image SalesNesta imagem incrível, dois camarões carregam seus ovos. Foto: Paul Zahl / National Geographic Image Sales)Caramujo da espécie "Stagnicola caperata". Foto: Joel Sartore / National Geographic Image SalesEste peixe dourado parece estranho, com seus olhos grandes, mas é só uma variação dos comuns peixes dourados. Foto: Paul A. ZahlPor causa de sua forte cauda, o peixe-boi é capaz de deslizar pela água em uma velocidade de 8 km/h. Foto: National GeographicUm nudibrânquio, gastrópode de cores vibrantes também conhecido por lesma do mar, se alimenta perto de Vatu-i-Ra, em Fiji. Foto: National GeographicJacaré albino mergulha no Audubon Zoo, em New Orleans, Estados Unidos. Foto: National GeographicFotografia em close de um molusco nas águas das Ilhas Galápagos. Foto: National GeographicMorsa do Atlantico descansa com os dentes encravados na areia, no Alasca. Foto: National GeographicAs baleias francas se comunicam através de uma sequencia de sons que pode durar horas. Foto: National GeographicA foca leopardo, da Antártida, se alimenta de outras focas, peixes e lulas. Foto: National GeographicRã se abriga em bromélia. Foto: National GeographicDetalhe de um pólipo de coral mole. Foto: National GeographicO peixe-palhaço, nativo das águas do Pacífico, costuma se proteger de predadores vivendo entre anêmonas. Foto: National GeographicAs lagostas se tornaram iguarias ao longo do tempo e vêm sendo excessivamente pescadas. Foto: National GeographicO peixes-borboleta são vistos frequentemente em recifes de corais. Foto: National GeographicO tubarão branco é o maior peixe predador do planeta. Foto: National GeographicJá o tubarão-cabeça-chata é uma das espécies que mais ataca humanos. Foto: Brian J. Skerry / National Geographic Image SalesO tubarão-baleia, que se alimenta de plâncton filtrando a água do mar, é um peixe que mora nos mares tropicais. Foto: National GeographicNo detalhe, olho do peixe escorpião-irlandês-vermelho. Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image SalesO peixe hawkfish longnose usa de suas cores para ser confundido com seu entorno. Foto: National GeographicPequenos peixes cuidam da limpeza de raia gigante, em um processo conhecido por simbiose. Foto: National GeographicA pele do salmão vermelho do Alasca fica azul em alto mar . Foto: National GeographicCientistas ainda não compreendem exatamente o motivo dos pulos das baleias jubarte. 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Foto: Tim Laman / National Geographic Image SalesO padrão colorido deste verme marinho avisa a seus predadores: ele é tóxico. Foto: Darlyne A. Murawski / National Geographic Image SalesKrill se alimenta de algas que crescem no mar gelado dos polos. Foto: Flip Nicklin / National Geographic Image SalesEsta larva de lula, vista no laboratório, consegue controlar o padrão de cores de sua pele desde pequena. Foto: David Liittschwager / National Geographic Image SalesEstas enguias jovens valem até 800 dólares por quilo. Foto: David Doubilet / National GeographicPele de lula vista sob o microscópio. Foto: National GeographicCom sua belas cores, é difícil acreditar que as anêmonas do mar são animais de anatomia simples, em forma de tubo. Foto: Bill Curtsinger / National Geographic Image SalesClose-up de um polvo, que é considerado o mais inteligente dos invertebrados. Eles podem chegar a 1,3 m de comprimento e pesar 10 kgs. 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