Especialistas lançam projeto para rastrear arraias gigantes

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Imagens mostram biólogos inserindo chips nos corpos das maiores arraias do mundo na costa do Sudão; espécie está ameaçada de extinção

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As maiores arraias do mundo tiveram rastreadores inseridos em seus corpos, a fim de serem monitoradas, na primeira fase de um projeto de conservação na costa do Sudão. Foto: Mark PriestA equipe inseriu rastreadores em 22 raias gigantes. Foto: Mark PriestUm total de 40 monitores acústicos foram instalados ao longo de 130 quilômetros de solo oceânico para que cientistas possam seguir os movimentos das arrais. Foto: Mark PriestPesquisadores também tomaram medidas e amostras genéticas das arraias.  O maior animal encontrado media 3,61 m de largura. Mas acredita-se que elas possa ter mais de 9 m. Foto: Mark PriestAssim como seus parentes tubarões, as populações de arraias se desenvolvem rapidamente, o que as torna particularmente vulneráveis a mudanças no meio ambiente. Foto: Mark PriestInformações sobre os movimentos de arrais serão coletados ao longo dos próximos dez meses. Foto: Mark Priest

As maiores arraias do mundo tiveram rastreadores inseridos em seus corpos, a fim de serem monitoradas, na primeira fase de um projeto de conservação, que está sendo realizado na região costeira do Sudão.

Arraias gigantes são consideradas uma espécie vulnerável pela União Internacional pela Conservação da Natureza.

O projeto contou com a participação de especialistas do aquário The Deep, em Hull, na Grã-Bretanha, e da equipe de exploradores da Equipe Costeau, do lendário explorador submarino francês Jacques Costeau.

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Os peritos passaram quatro semanas implantando rastreadores nos corpos dos animais no Mar Vermelho.

O maior animal encontrado pela equipe media 3,61 metros de largura. Mas acredita-se que as arraias gigantes possam chegar a ter mais de 9 metros.

Tal qual seus ''parentes'', os tubarões, populações de arraias se desenvolvem rapidamente, o que faz delas animais particularmente vulneráveis.

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