Manifestantes estenderam nas areias da praia de Copacabana uma grande  bandeira , simbolizando nota no valor de 1 trilhão de dólares

Estadão Conteúdo

Manifestantes na praia de Copacabana pediram que líderes na Rio+20 destinem  o valor de  1 trilhão de dólares - usado em subsídios aos combustíveis fósseis - em outras fontes de energia
AP
Manifestantes na praia de Copacabana pediram que líderes na Rio+20 destinem o valor de 1 trilhão de dólares - usado em subsídios aos combustíveis fósseis - em outras fontes de energia

Cerca de 50 pessoas participaram na tarde deste domingo (17) de um protesto nas areias da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, contra os subsídios destinados pelos países à produção de combustíveis fósseis. Os ativistas, a maioria integrantes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) ambientalistas internacionais, estenderam nas areias da praia uma bandeira, de 18 por 9 metros, simbolizando uma nota no valor de 1 trilhão de dólares.

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"Esta é a quantia que os governos gastam, a cada ano, em subsídios para os combustíveis fósseis. Dizem que falta dinheiro para energia limpa. Então queremos que esse valor seja destinado à energia eólica e solar. O próprio G-20 já admitiu que é necessário reduzir os incentivos governamentais para os combustíveis que poluem o planeta. Então vamos aproveitar a Rio+20 para fazer isso acontecer", disse o advogado Pedro Abramovay, membro da ONG Avaaz (de mobilização via internet), professor da Faculdade de Direito da FGV-Rio e ex-secretário Nacional Antidrogas da gestão Dilma Rousseff.


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