Ministra cita COP-17 para repelir ceticismo com Rio+20

Izabella Teixeira lembrou dos resultados da conferência do Clima, realizada no ano passado, e disse que texto da Rio+20 está "bastante preciso"

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Às vésperas da abertura da Rio+20 , que começa nesta quarta-feira, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, usa o exemplo da 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-17), em Durban, África do Sul, para tentar espantar as dúvidas sobre os resultados práticos do evento no Rio.

"Fomos para Durban e todos diziam que não ia dar em nada, mas conseguimos reverter a situação", lembrou a ministra. Em dezembro, no continente africano, representantes de 194 países concordaram, após exaustivas negociações concluídas no fim da conferência, em renovar o Protocolo de Kyoto para, pelo menos, até 2017.

Veja a cobertura completa sobre a conferência Rio+20 , que acontece em junho

Nesta semana, a comunidade científica prepara um documento oficial para entregar aos políticos que participarão da Rio +20. Segundo Izabella Teixeira, as principais discussões no momento envolvem acertos nas terminologias utilizadas. "O texto está bastante preciso. Há convergência de temas, mas alguns termos ainda precisam ser ajustados", afirmou.

Otimista, a ministra ressaltou o avanço nas discussões em relação à Eco-92. "Essa será uma conferência de desenvolvimento sustentável, ninguém está falando separadamente de ambiente ou questões econômicas. Pela primeira vez, vamos discutir a agenda do desenvolvimento sustentável com foco no pilar econômico."

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