Fotógrafo retrata intensificação da aurora boreal

Fenômeno luminoso deve atingir seu ápice em 2012, quando poderá ser visto até a latitude de Roma

BBC Brasil | 14/12/2010 09:44

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<span>A aurora boreal, fenômeno que ocorre no pólo Norte geralmente na época dos equinócios, está se intensificando desde 2007 e deve atingir o ápice de luminosidade em 2012</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media </strong> <span>O fotógrafo islandês Orvar Thorgiersson, 35, está registrando a evolução do fenômeno em seu país</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <strong>Publicidade</strong> <span>O evento será causado pelo máximo solar, período em que o campo magnético no equador do sol roda num ritmo ligeiramente superior ao dos seus pólos</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>O último máximo solar ocorreu em 2000. Segundo a Nasa, o próximo, que ocorrerá em 2012, deve ser o maior desde 1958, quando a aurora boreal chegou ao México</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>Em 2012, espera-se que as luzes da aurora possam ser vistas até a latitude de Roma</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>No entanto, caso seja de fato tão intenso, o fenômeno poderá causar problemas a telefones celulares e sistemas de GPS pela alta concentração de energia na atmosfera</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>Paisagem em Kleifarvatn, em outubro de 2010</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>Lago em Ingvellir, em april de 2010</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>Lago em Jkulsrln, em abril de 2010</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong> <span>O ciclo solar leva em média 11 anos entre um máximo solar e o outro</span> - <strong>Foto: Orvar Atli Thorgiersson / Barcroft Media</strong>



A aurora boreal, fenômeno luminoso que ocorre no pólo Norte geralmente na época dos equinócios, está se intensificando desde 2007 e deve atingir o ápice de luminosidade em 2012, segundo a Nasa.

O fenômeno é causado pelos ventos solares que carregam um fluxo contínuo de partículas elétricas liberadas pelas explosões que ocorrem na superfície do Sol. Quando estas partículas atingem os campos magnéticos da Terra algumas ficam retidas provocando a luminosidade intensa pela liberação de energia ocorrida com a colisão destas partículas com as moléculas e átomos presentes na atmosfera.

O fotógrafo islandês Orvar Thorgiersson, 35, está registrando a evolução do fenômeno. “Agora há dias em que as luzes são tão claras que você pode ler um livro à noite. Elas são mais claras que a lua”, diz.
O evento será causado pelo máximo solar, período em que o campo magnético no equador do sol roda num ritmo ligeiramente superior ao dos seus pólos.

O ciclo solar leva em média 11 anos entre um máximo solar e o outro.

O último máximo solar ocorreu em 2000. Segundo a Nasa, o próximo, que ocorrerá em 2012, deve ser o maior desde 1958, quando a aurora boreal surpreendeu os habitantes do México com três ocorrências.

Em 2012, espera-se que as luzes da aurora possam ser vistas até a latitude de Roma. No entanto, caso seja de fato tão intenso, o fenômeno poderá causar problemas a telefones celulares e sistemas de GPS pela liberação de energia num grau mais elevado.

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