Após ter sido diagnosticada com síndrome da fadiga crônica, britânica decidiu fotografar os animais

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A fotógrafa britânica Angi Nelson passou a se especializar em registrar imagens de sapos como forma de "terapia" após ter sido diagnosticada com síndrome da fadiga crônica, conhecida pela sigla SFC.

Há cinco anos, Angi era uma enfermeira que praticava esportes regularmente, mas teve de interromper suas atividades após a doença.

Depois de ganhar de presente uma câmera fotográfica de seu namorado, ela decidiu começar a registrar imagens de seu cotidiano, primeiro fotografando seus animais domésticos.

Mas os animais domésticos da fotógrafa não eram nem gatinhos felpudos nem cãezinhos de olhar dócil, mas sim as espécies encontradas nas duas lojas especializadas em répteis pertencentes a seu namorado, na cidade britânica de Bristol.

''Sapos e répteis foram os meus primeiros temas na fotografia, ainda que eu ame também fotografar insetos, aves de rapina, paisagens e pessoas'', conta.

''A fotografia me serviu como uma espécie de terapia, permitiu que eu me concentrasse em algo positivo'', conta.

Para captar os animais em poses inusitadas, ela diz que chega a ficar a poucos centímetros dos sapos e utiliza lentes macro, que permitem grandes ampliações com uma qualidade de imagem considerável.


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