Entenda como os nossos olhos veem filmes em 3D

Imagens mostradas ao olho esquerdo e ao olho direito são sobrepostas e produzem a sensação das três dimensões

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Cinema e TV resultam de ilusão de ótica. Com a sucessão de imagens a 25 ou 30 quadros por segundo, o cérebro funde as imagens rápidas e dá sensação de movimento. Algo mais complexo ocorre com a tecnologia 3D, que usa truque para enganar o cérebro: mostra ao olho esquerdo uma imagem e ao direito outra. O cérebro superpõe as duas para produzir a sensação visual das três dimensões.

Para filmes de cinema 3D mais recentes, óculos de luz polarizada filtram as diferentes imagens para cada olho. Nas TVs 3D de tecnologia ativa, os óculos têm baterias para acionar as lentes que abrem e fecham de forma sincronizada, para que cada olho veja uma imagem diferente. Na vida real, a sensação de 3D exige que os olhos façam 2 coisas: precisam mover-se levemente para dentro ou para fora, de modo que a projeção da imagem esteja focalizada no centro de ambas as retinas e devem convergir e acomodar-se, mudando o formato de cada lente para focalizar a imagem nas retinas.

Para Martin Banks, professor de optometria da Universidade de Berkeley, que pesquisa efeitos da TV e do cinema 3D no sistema visual, "sem a adequada convergência, você acaba vendo imagens duplas ou borradas".

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