Após a passagem, se o cometa resistir às altas temperaturas, emitirá um brilho tão grande que poderá ser visto a olho nu até mesmo ao amanhecer

Depois de mais de um ano de expectativa dos astrônomos do mundo inteiro, o cometa Ison faz nesta quinta-feira (28) sua aproximação máxima do Sol. O cometa recebeu o título de “cometa do século”, mas o calor do astro e a força gravitacional poderão destruí-lo antes que ele tenha a chance de iluminar o céu. 

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Essa é a fase mais perigosa da trajetória do cometa, que pode ficar a cerca de 1,2 milhão de quilômetros do Sol. O Ison terá que resistir a uma temperatura de quase 3 mil graus centígrados.

Após a passagem, se o cometa não se desintegrar, ele emitirá um brilho tão grande que poderá ser visto a olho nu até mesmo ao amanhecer. O fenômeno deve ocorrer no mês de dezembro.

Descoberta

O cometa Ison foi descoberto em setembro de 2012 pelos cientistas Vitali Nevski, da Bielorrússia, e Artyom Novichonok, da Rússia. A estrela acabou sendo nomeada de Ison por causa da rede a qual os astrônomos pertenciam (Internacional Scientific Optical Network).

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