Nasa captura 'buraco' gigante na atmosfera do Sol

Por BBC |

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Sonda da Nasa e da Agência Espacial Europeia registrou o buraco gigante na área do polo norte do Sol

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ESA&NASA/SOHO
Buracos coronais são áreas de baixa densidade na camada mais externa da atmosfera solar

A sonda Observatório Solar e Helioscópico (SOHO, na sigla em inglês) capturou a imagem do buraco gigantesco no dia 18 de julho.

A Nasa afirma que os buracos, chamados de coronais, são regiões escuras de baixa densidade da camada mais externa da atmosfera solar, chamada de corona.

Estes buracos têm pouco material solar, temperaturas mais baixas e, por isso, aparecem mais escuros nas imagens.A Nasa afirma que os buracos, chamados de coronais, são regiões escuras de baixa densidade da camada mais externa da atmosfera solar, chamada de corona.

Os buracos coronais são ocorrências típicas do Sol, mas costumam aparecer em outros lugares e com mais frequência em momentos diferentes do ciclo de atividade solar, que dura cerca de 11 anos.

O ciclo de atividade solar atualmente está se encaminhando para o chamado máximo solar, um pico na atividade que deve ocorrer no final de 2013.

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Durante esta parte do ciclo, o número de buracos coronais diminui. No pico da atividade solar, os campos magnéticos no Sol mudam e novos buracos coronais aparecem perto dos polos.

O número destes buracos então aumenta e eles crescem de tamanho, se estendendo para além dos polos, enquando o ciclo solar volta para o mínimo de atividade novamente.

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Os buracos são importantes para a compreensão do clima no espaço, pois eles são a fonte de ventos de alta velocidade com partículas solares, que são expelidos do Sol três vezes mais rápido do que os ventos solares vindos de outros lugares.

Ainda não se sabe a causa dos buracos coronais, mas eles estão correlacionados a áreas do Sol onde os campos magnéticos aumentam e sobem, não conseguindo cair de volta para a superfície do Sol, como fazem em outros lugares.

Veja algumas erupções do Sol:

Esta imagem do Observatório de Dinâmicas Solares da Nasa (SDO) mostra a primeira erupção de radiação, no último domingo. Foto: BBCErupção no momento em que o astro libera material da mesma região ainda no início de maio. Foto: BBCEsta ejeção de massa coronal ocorreu no início do ano. Foto: BBCEsta ejeção de massa coronal deixou o sol no dia 31 de agosto e chegou à Terra em 3 de setembro de 2012. Foto: BBCErupções e ejeções de massa coronal se originam em torno de regiões ativas conhecidas como manchas solares. Foto: BBCEsta imagem mostra uma proeminência gasosa no dia 31 de agosto de 2012. Foto: BBCPara criar esta colorida imagem, o SDO tirou pares de imagens de alta resolução com cerca de oito horas de intervalo no dia 4 de dezembro de 2011. Foto: BBC

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