Estudante testa prótese programada por celular

Por Agência Estado |

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Programa permite que, ao apertar ícones no celular, mão se movimente sozinha imitando gestos simples, como manter o indicador levantado ou digitar teclas de computador

Agência Estado

RosieKane
Patrick Kane está testando prótese eletrônica programada por aplicativo de iPhone

Um estudante inglês de 16 anos está testando uma prótese eletrônica na mão esquerda que pode ser programada por um aplicativo de iPhone. O programa tem ícones para combinar os dedos de 24 maneiras diferentes, imitando gestos simples, como manter apenas o indicador levantado ou deixar a mão em um modo mais adequado para digitar teclas de computador. Ao clicar nesses ícones, a mão se movimenta sozinha.

Desde fevereiro de 2012, Patrick Kane, o garoto da mão biônica, já usava um modelo avançado de prótese, chamado i-Lamb Ultra - eletrodos da prótese detectavam a eletricidade dos músculos do rapaz quando ele pensava em fechar a mão, por exemplo, e as funções que agora estão no aplicativo também podiam ser programadas, mas usando um computador. Ele chegou a carregar a tocha olímpica da Olimpíada de Londres, em julho, com a mão.

Segundo informações do fabricante da prótese, o rapaz trocou de equipamento neste mês e está testando a mão programada pelo telefone, chamada i-Limb Ultra Revolution, que, além da programação pelo smartphone, também tem o polegar mais flexível. Os movimentos facilitam gestos como segurar um lápis, um mouse de computador e amarrar cadarços do tênis.

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O garoto perdeu a perna direita, abaixo do joelho, as pontas de todos os dedos da mão direita e a mão esquerda ainda com nove meses de idade - após ficar três meses internado na UTI - por causa de uma versão virulenta de meningite. Ele passou a usar próteses eletrônicas aos 13 anos, em 2010.

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Como qualquer prótese, os equipamentos são fabricados sob medida para cada paciente. Na Inglaterra, um outro homem que não tem as duas mãos também está testando as próteses programadas pelo iPhone. Uma é ajustada para segurar melhor o telefone, fechando mais o dedo mínimo e flexionando o indicador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Divulgação
Prótese eletrônica é programada por um aplicativo de iPhone

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