Pesquisadores descobriram que métodos visuais podem proteger banhistas dos ataques

AFP

Embora eficaz, técnica usada atualmente para afastar os tubarões não funciona em todas as situações
Klaus Jost
Embora eficaz, técnica usada atualmente para afastar os tubarões não funciona em todas as situações

O estudo do cérebro dos tubarões demonstrou que ele apresenta certas semelhanças com o dos seres humanos, o que permite conceber novos métodos para repeli-los, principalmente visuais, e assim proteger os banhistas, anunciou uma equipe de cientistas australianos.

"Os grandes tubarões brancos possuem um cérebro que, em grande parte, está associado à percepção visual, o que implica que seriam muito mais receptivos aos meios repelentes que visuais que outras espécies", explicou Kara Yopak, pesquisadora da Universidade da Austrália Ocidental.

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Os tubarões brancos, que podem chegar a medir seis metros, são responsáveis pela imensa maioria dos ataques mortais na Austrália. Cinco pessoas morreram em ataques de tubarões na costa ocidental australiana nos últimos 12 meses.

Muito meios repelentes utilizados atualmente são ondas eletromagnéticas que se dirigem aos captores sensoriais que existem no focinho do tubarão. Trata-se de uma técnica eficaz, mas que não funciona em todas as situações.

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